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Colunistas Plano Diretor: o futuro de Porto Alegre passa pela Câmara

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O Plano Diretor é muito mais do que altura de prédios ou adensamento

Foto: Giulian Serafim/PMPA
(Foto: Giulian Serafim/PMPA)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Porto Alegre precisa pensar o seu futuro, e o caminho para isso é o novo Plano Diretor. Há sete anos, a cidade vem discutindo, ouvindo a população, reunindo técnicos e especialistas. Foram mais de 200 encontros, entre oficinas descentralizadas, reuniões temáticas e audiências públicas, conduzidas com seriedade, metodologia e responsabilidade pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Urbanismo e Sustentabilidade. O processo está maduro. O momento é agora.

O Plano Diretor é muito mais do que altura de prédios ou adensamento. Ele está em tudo: na forma como a cidade cresce, na preservação ambiental, na mobilidade urbana, no fomento ao turismo, na geração de empregos, na oferta de moradia, na atração de investimentos e na qualidade de vida das pessoas.

Ele define o rumo de Porto Alegre. É o instrumento que organiza a cidade para o que esperamos dela nos próximos anos. Um Plano Diretor atualizado é sinônimo de desenvolvimento sustentável e inclusão social.

Mas, lamentavelmente, uma minoria barulhenta, que se considera porta-voz do meio ambiente, tem tentado impedir que esse plano avance. São grupos que não representam a maioria da cidade, mas que fazem de tudo, inclusive distorcer informações, espalhar medo e judicializar o processo para travar a discussão legítima no Legislativo. Uma tática orquestrada para sabotar o debate democrático e atrasar o progresso da nossa capital.

Esses mesmos grupos ignoram, de forma proposital, todo o esforço de escuta e participação popular que já foi realizado. Se dizem defensores da transparência, mas se opõem ao andamento regular de um processo técnico e democrático. Querem paralisar Porto Alegre em nome de um ambientalismo seletivo, que usa o meio ambiente como escudo ideológico e político.

Não podemos mais aceitar que a cidade seja refém desse tipo de militância ruidosa e irresponsável. Porto Alegre precisa destravar. Precisa crescer com responsabilidade. Precisa planejar seu futuro. E isso passa, necessariamente, pela apreciação do Plano Diretor na Câmara Municipal, onde o debate será feito de forma transparente, com a legitimidade conferida pelos votos da população.

O povo quer solução, e não gritaria. Porto Alegre merece respeito. E respeito é também garantir que suas instituições funcionem. O Plano Diretor precisa avançar. E a hora é agora.

* Comandante Nádia Gerhard

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Miltch Mitch
8 de agosto de 2025 15:45

Na realidade não e obstruir. E o rancor de ser incompetente e não ter dinheiro para comprar.
Lembro do plebiscito para contrução do PONTAL DO ESTALEIRO. Os inúteis foram votar contra a possibilidade de ter, tambem, uso residencial no complexo.
E mais ou menos assim, se eu não posso os outros também não poderão.
Acabou que lá está o shopping, o hotel e o hospital, sem nenhum apartamento para moradia.
A inveja é uma merda.

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