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Colunistas Prefeito de Porto Alegre fala sobre a reconstrução da cidade

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Porto Alegre durante temporais no Rio Grande do Sul. (Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, disse que as obras de reconstrução da cidade, passado o pior momento da enchente, já deram até aqui uma sinalização positiva aos investidores “de que podem continuar investindo e acreditando na cidade”. Melo conversou ontem com o colunista em seu escritório no Centro Histórico e disse que “a cidade fez grandes transformações nestes últimos quatro anos, nas áreas econômica, social, politica, fiscal e urbanística. A cidade teve teve avanços e dificuldades porque qualquer cidade e qualquer governo nunca vai ter todo o dinheiro para resolver tudo em quatro anos.”

“A cidade levou um tombo”

O prefeito diz que “a cidade levou um tombo” mas garante: “Eu repetiria tudo o que fiz na gestão da enchente, desde o primeiro pingo de água eu estive presente para tomar decisões e estar presente na vida da cidade. Numa crise, a melhor decisão é sempre a mais rápida, e eu não hesitei em tomar dezenas de decisões, como a construção do corredor humanitário e tantas outras. E se lembrarmos que a cidade não tinha luz, não tinha água, não entrava e nem saía ninguém, a cidade acabou se reconquistando a cada dia, e hoje já recuperamos muito. Mas é claro que nas áreas alagadas há muita questão habitacional e econômica, ainda não desentupimos todas as redes, mas a limpeza já chegou.”

Melo projeta que “nós teremos que fazer obras imediatas para reparar diques, a questão dos portões, das comportas, o muro a estrutura da Mauá. Um sistema robusto depende do governo federal, que é responsável por isso. O DNOS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) fez estas obras em 1990, não acompanhou, não fez as manutenções que deveria fazer. O sistema mostrou que ficou incompleto para o que foi concebido, e isso quem está dizendo é o IPH (Instituto de Pesquisas Hidráulicas, da UFRGS) e outros especialistas. E o sistema não falhou numa coisa apenas, muitas coisas aconteceram. Eu não vou buscar culpados. Quem está no governo tem que buscar soluções. E estamos fazendo a nossa parte. ”

Respeito a quem pensa diferente

Melo afirma que “a democracia tem um pilar, dentre tantos outros, que é respeitar quem pensa diferente. E nós estamos vivendo uma época no mundo, especialmente no Brasil, em que pensar virou ofensa”. Ele lamenta que “os militantes da esquerda radical estão muito mais preocupados com a eleição do que em salvar a cidade” e observa que só está comentando o processo eleitoral agora porque as convenções estão acontecendo.

Diz, ainda, que ” choveu em Porto Alegre e em mais 450 municípios, mas para a extrema esquerda parece que na chuva do Rio Grande do Sul o culpado foi o Melo.” Ele anunciou que quer discutir “dragagem de rios, barragens, o canal da lagoa, estreitamento do Guaíba no Gasômetro, comportas, diques, tudo isso. Mas proteção de cheias não existe só numa cidade, porque a água não tem fronteiras.”

Ricardo Gomes deverá assumir a prefeitura

Sebastião Melo também revelou que, durante a campanha, deverá apresentar um pedido de licença e permitir que o vice Ricardo Gomes governe a cidade nesse período.

Justiça decidiu que Melo não é alvo de investigações

Sebastião Melo comentou, ainda, a polêmica que envolve as investigações sobre possíveis fraudes na Secretaria Municipal da Educação, e das quais foi isentado nesta semana por declarações da Polícia Civil e por uma decisão judicial garantindo que ele não está sendo investigado no caso. Sobre isso, Melo se diz tranquilo e recorda: “Fui eu quem denunciou o caso e pediu investigações à polícia. Quero que sejam apuradas responsabilidades e punidos os culpados”.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Fernando Krause
26 de julho de 2024 15:41

A escola do MST não te ensinou que a grafia correta é enCHente, com CH e não com X…

Vanderlei Ochoa
26 de julho de 2024 12:10

Colunista fixiqueiro querendo livra a cara e a responsabilidade de certas autoridades…
Imagine se na enxente fosse um prefeito da esquerda…esse colunista cabo eleitoral da direita golpista estaria atacando sem dó nem piedade.
Felizmente o povo tem memória e milhões de eleitores Brasileiros são honestos e não se baseiam em fuxiqueiros mais.

Fernando Krause
26 de julho de 2024 12:18

O mesmo juízo de valor que a extrema esquerda faz ao prefeito de Porto Alegre deveria fazer ao prefeito petista de São Leopoldo, ou aos prefeitos socialistas de Canoas e Eldorado do Sul, cidades que também foram muito atingidas pelas chuvas e cheias dos rios do Vale do Taquari…

Vanderlei Stefani
26 de julho de 2024 13:12

FORA Mellonaro

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