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Mundo Reino Unido impõe sanções a suposta namorada de Putin e membros de sua família

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Sete membros da família e cinco operadores financeiros ligados ao presidente russo foram alvo das medidas. (Foto: Reprodução)

O Reino Unido impôs na sexta-feira (13) sanções a membros da família de Vladimir Putin e outras pessoas ligadas a ele. No total, sete membros da família e cinco operadores financeiros ligados ao presidente russo foram alvo das medidas que incluem o congelamento de ativos e a proibição de entrar no país.

Segundo o governo britânico, as sanções visam afetar familiares e outros associados a Putin que vivem uma “vida de luxo”. Entre as pessoas impactadas pela medida está a ex-ginasta olímpica Alina Kabaeva, considerada a atual namorada de Putin, e Lyudmila Ocheretnaya, ex-mulher do presidente.

“Nós estamos expondo e visando a rede nebulosa que sustenta a vida de luxo de Putin e fechando o cerco contra seu círculo pessoal”, disse a secretária de Relações Exteriores do Reino Unido, Liz Truss. “Vamos continuar aplicando essas sanções a todos que ajudam e são cúmplices das agressões de Putin até que a Ucrânia triunfe”.

As sanções também afetaram a avó de Alina Kabaeva, Anna Zatseplina, que segundo as autoridades britânicas, é ligada ao oligarca Gennady Timchenko, um forte apoiador do governo de Putin. O primo do presidente russo, Igor Putin, também teve seus ativos congelados.

Desde o início da guerra da Ucrânia, em 24 de fevereiro, o governo do Reino Unido impôs sanções a mais de mil pessoas e 100 entidades ligadas a Putin, incluindo oligarcas cuja fortuna está avaliada em 117 bilhões de libras, segundo o governo britânico.

Finlândia sem energia

As exportações de energia elétrica da Rússia para a Finlândia foram suspensas na madrugada deste sábado (14).

A empresa responsável pela importação de energia elétrica russa na Finlândia, a RAO Nordic, com 100% de capital russo, havia anunciado que o fornecimento seria suspenso por falta de pagamentos, dias após a Finlândia anunciar que pretende ingressar na Otan.

“As exportações da Rússia para a Finlândia equivalem a zero atualmente. Isto acontece desde meia-noite (18h de sexta-feira, horário de Brasília)”, afirmou Timo Kaukonen, diretor de operações da Fingrid, operadora finlandesa.

A rede funciona graças às importações da Suécia, de acordo com informações divulgadas pela Fingrid, que anunciou que poderia renunciar à energia elétrica russa. A Finlândia importa da Rússia 10% da energia elétrica que utiliza.

A RAO Nordic, com sede em Helsinque, é uma filial da empresa russa InterRAO. Na sexta-feira, a empresa justificou a decisão pela falta de pagamento da energia fornecida à Finlândia desde o dia 6 de maio.

Não foi revelado se os problemas de pagamentos estão relacionados com as sanções europeias adotadas contra a Rússia após a invasão da Ucrânia.

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