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Geral A Secretaria da Saúde alerta para os casos de sarampo em Porto Alegre

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País teve mais de 10 mil casos da doença em 2018. Baixa cobertura vacinal é problema no combate a novos casos. (Foto: Cristine Rochol/PMPA)

A Secretaria da Saúde de Porto Alegre emitiu uma nota à rede de serviços e profissionais da área sobre os casos de sarampo na Capital. Foram confirmadas oito ocorrências da doença e 11 estão em investigação na cidade.

No documento, os técnicos da secretaria alertam para a importância do diagnóstico e imediata notificação da suspeita de casos à Equipe de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Para aumentar a taxa de cobertura vacinal contra a doença, será realizada em agosto a campanha nacional de vacinação de crianças entre 1 e 5 anos. A campanha, que prevê aplicação da tríplice viral e imunização contra poliomielite, ocorrerá de 6 a 31 de agosto.

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, casos notificados desencadeiam medidas de controle e vigilância epidemiológica, necessárias para diminuir o risco ou impedir a cadeia de transmissão do vírus. No Brasil, conforme informações do Ministério da Saúde, há 680 casos de sarampo confirmados, a maioria na Região Norte: 444 no Amazonas e 216 em Roraima. Os demais casos são no Rio Grande do Sul (11), Rio de Janeiro (sete), Rondônia (um) e São Paulo (um).

As suspeitas para sarampo incluem febre e manchas na pele, acompanhados de tosse, coriza e conjuntivite (um ou mais sintomas). A prevenção ao sarampo se efetiva pela vacinação. A vacina tríplice viral, que protege também contra caxumba e rubéola, é a indicada. Ela está disponível na rede pública para todas as pessoas de 1 a 49 anos. O esquema vacinal varia conforme a faixa etária.

Gripe

O Brasil registrou 839 mortes por gripe neste ano, mostram dados do Ministério da Saúde contabilizados até o dia 16 de julho. No total, foram 4.680 casos de infecções em todo o País. A maioria das ocorrências foi provocada pelo subtipo H1N1 do vírus influenza, com 2.813 infecções.

Na esteira de infectados, o H1N1 também é responsável pela maior parte dos óbitos (67,5%): 567 mortes foram provocadas por esse subtipo. Segundo o Ministério da Saúde, o H1N1 é o vírus que mais circula no território brasileiro e, por isso, causa o maior número de infecções e óbitos.

A pasta também registrou 335 casos e 46 mortes por influenza B. Já o influenza A não subtipado foi responsável por 541 casos e 86 óbitos. Entre os Estados, diz o ministério, o maior número de casos ocorreu em São Paulo (1.702), Ceará (376), Paraná (432) e Goiás (378).

Com a campanha da gripe realizada desde maio, o Ministério da Saúde informa que conseguiu atingir 90% da meta de vacinados. No total, o Brasil vacinou 51,4 milhões de brasileiros. No entanto, o grupo de gestantes e de crianças (entre 6 meses e 5 anos) continua com cobertura vacinal abaixo do esperado, com 77,8% e 76,5% de imunização, respectivamente.

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