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Brasil Treze milhões de brasileiros têm doenças raras e precisam de remédios especiais

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Audiência será transmitida, ao vivo, pela TV Assembleia, nesta segunda (27). (Foto: Reprodução)

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), doenças raras são aquelas que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos, e na última pesquisa da Interfarma foi estimado que existem 13 milhões de brasileiros que são portadores de alguma doença rara e que, portanto, necessitam de tratamento com uso de medicamentos especiais.

Esses medicamentos considerados especiais são aqueles que são desenvolvidos com alta tecnologia desde a sua criação até o seu processo de produção.

E por conta dessa pesquisa de alta complexidade, que acontece em grandes laboratórios internacionais, esses medicamentos acabam chegando no Brasil com um valor tão elevado, que são popularmente conhecidos como medicamentos de alto custo, geralmente, são usados em tratamentos complexos, quando as terapias comuns não surtiram os efeitos esperados.

Mas o grande problema está em encontrar esses medicamentos, já que é quase impossível que farmácias locais e de bairro os tenham. Isso acontece porque essa categoria medicamentosa exige junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e outros órgãos regulamentadores que a farmácia tenha certificações para armazenamento, entrega e algumas vezes até aplicações do mesmo.

Diante disso, alguns fatores devem ser considerados quando se pretende adquirir um medicamento especial:

Esse tipo de medicamento, na maioria das vezes só pode ser adquirido via compra online. Sendo assim todas as informações de como adquirir estão nos portais especializados desse tipo de medicamento como, por exemplo, o portal Preço Medicamentos, um portal especialista em cotações e informações de medicamentos especiais.

No receituário do medicamento geralmente está inserido o princípio ativo do mesmo, caso na receita não conste essa informação, nos portais de consulta de preço de medicamentos especiais essa informação está disponível de forma simples e fácil.

É importante saber sobre o princípio ativo do medicamento para economizar no momento da compra. O fato é que alguns medicamentos variam muito os seus preços entre o medicamento de referência para o genérico. Um exemplo é o medicamento Sovaldi, utilizado no tratamento de pacientes com hepatite C, esse medicamento com o princípio ativo sofosbuvir, e chega a ser 40 mil reais mais caro a diferença entre o medicamento referência, Sovaldi (Gilead) para o Sofosbuvir (Blanver) que é o genérico.

Todas as farmácias especiais online precisarão da receita médica ou laudo médico (em alguns casos) escaneados para encaminhar uma cotação.

Os medicamentos especiais são muito caros e pode acontecer do paciente precisar ir até o SUS (Sistema Único de Saúde) solicitar esse medicamento.

Na maioria das vezes, o SUS não tem esse tipo de medicamento disponível em estoque, e é necessário que a pessoa procure um advogado ou defensor público e leve todos os documentos acima citados com as 3 cotações para validar uma possível entrada de fornecimento de medicamento via demanda judicial.

Todas as farmácias têm meios de pagamentos no cartão, sendo assim a negociação de preços é essencial. Geralmente em vendas particulares essas farmácias especialistas em medicamento especial têm condições diferenciadas e conseguem bons descontos.

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