Quarta-feira, 17 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 15 de abril de 2021
Essa será a segunda compra de urnas eletrônicas para o pleito do ano que vem
Foto: Antonio Augusto/TSEO TSE (Tribunal Superior Eleitoral) realiza, nesta sexta-feira (16), uma audiência pública sobre a compra de mais 176 mil urnas eletrônicas para as eleições de 2022, quando os brasileiros votarão para os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

A audiência pública é a primeira etapa no processo de licitação, conforme previsto na Lei das Licitações. Caso seja concretizada, essa será a segunda compra de urnas eletrônicas para o pleito do ano que vem.
De acordo com as justificativas do edital da nova licitação, a compra adicional é necessária para substituir equipamentos adquiridos em 2009, hoje obsoletos. “Assim, nas eleições 2022 está prevista a utilização das urnas modelos 2010, 2011, 2013, 2015, 2020 e 2022”, diz o documento.
Em julho do ano passado, o TSE homologou outro contrato, no valor de R$ 799 milhões, com a empresa Positivo, para a compra de 180 mil urnas eletrônicas, ao preço de R$ 4,4 mil cada. Nesse caso, a licitação havia começado em 2019, mas atrasos provocados por contestações entre os concorrentes inviabilizaram a utilização dos equipamentos já nas eleições municipais de 2020.
Ao comunicar ao plenário do TSE sobre a realização da audiência pública, o presidente do tribunal, ministro Luís Roberto Barroso, disse nesta quinta-feira (15) que a Justiça Eleitoral estuda alternativas mais baratas do que as urnas eletrônicas para a realização do voto. “Mas, até o momento, não temos nada que nos dê segurança plena e, portanto, ainda dependemos das urnas, que têm se revelado seguras ao longo dos anos”, afirmou.
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Podem colocar máquinas, papéis, madeira, plástico, etc.
O voto será NULO.
Deveriam comprar 360 mil urnas para colocarem as cinzas dos mortos da COVID , estão preocupados com eleições e as compras da vacina ficaram em 2020.
Voto impresso juntamente com a urna eletrônica para as eleições de 2022 para garantir a transparência, a lisura e que a escolha do eleitor será obedecida.
Atenção TCU, fique alerta porque vai ter propina
Ainda bem que por ai, não há superfaturamento!