Sexta-feira, 05 de Junho de 2020

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Brasil Um celular explodiu no bolso e feriu seu dono no interior de São Paulo

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O celular depois da explosão. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

Um enfermeiro de Araçatuba, no interior de São Paulo, teve queimaduras na perna depois de um celular explodir dentro do bolso da calça que ele vestia. Antônio Carlos da Silva dos Santos, 30 anos, contou que tirou o aparelho, que estava carregando na tomada, e colocou no bolso enquanto escovava os dentes. Neste momento, o equipamento explodiu, queimando a calça e a perna de Santos.

O acidente aconteceu na última sexta-feira, 29, mas repercutiu nesta segunda-feira, 2, após as fotos serem postadas na internet. “O banheiro ficou cheio de fumaça preta logo após a explosão”, contou. Ele disse que resolveu divulgar o que aconteceu como uma forma de ajudar outras pessoas. “É bom para alertar sobre os perigos de se utilizar o celular”, explica.

O aparelho tinha dois anos de uso e é da marca Lenovo, que informa não ter como investigar as causas do acidente e se posicionar sobre o caso. Isso porque Santos jogou fora o celular após o acidente, o que impossibilitou uma análise das causas do defeito.

Confira as dicas dadas por especialistas para proteger seu aparelho

1. Use baterias e carregadores originais

Somente os carregadores autorizados pelo fabricante do seu aparelho possuem a certificação necessária por quem desenvolve o produto para funcionar corretamente. Outros produtos podem gerar falhas que causem furos, pequenos ou grandes cortes e outros problemas que geram a saída ou mistura dos componentes químicos da bateria, ainda que, inicialmente, o aparelho pareça carregar de maneira normal com o carregador ‘pirata’.

A dica, inclusive, é fundamental para que a vida útil de qualquer bateria seja mantida, já que, naturalmente, todas as baterias vão perdendo a sua força maior ao longo do tempo – e com carregadores falsificados, isso tende a ser acelerado.

Além disso, caso você venha a ter algum problema devido a falhas técnicas, o uso somente de produtos originais e licenciados pelo fabricante lhe dá a possibilidade de reivindicar os seus direitos de consumidor.

2. Não carregue no computador

Carregar os aparelhos apenas pelo cabo USB causa uma falta de proteção para além de 50%, já que o principal protetor dos carregadores originais fica na parte da tomada, que é, em geral, encaixada nos respectivos cabos. Assim, mesmo com um carregador original, a partir do momento em que somente o cabo está sendo utilizado, o risco de uma explosão passa a existir com muito mais facilidade.

Para além do tópico, os computadores, sejam notebooks ou não, tendem a obter uma descarga atmosférica muito maior do que ocorre nos celulares. Assim, a falta de proteção que ocorre quando somente o USB é utilizado, em soma com tais descargas, podem gerar um impacto no aparelho que ocasione em um curto.

Assim como nos computadores, também é recomendável evitar carregar os aparelhos em carros, já que o carregador veicular fica bem próximo ao motor do carro. E como o grande vilão das baterias é o calor, isso prejudica a capacidade de retenção no celular.

3. Não deixe o aparelho exposto muito tempo ao sol

A praia é um dos ambientes mais perigosos para a saúde de uma bateria. É preciso deixá-lo na sombra para evitar o superaquecimento e bem longe da água, maresia e areia. Qualquer rachadura na carcaça (por mais pequena que seja) pode ser o suficiente para que um destes elementos entrem em contato com o circuito interno, causando um curto- circuito no aparelho.%u2028%u2028

4. Evite umidade

Outro cuidado a ser tomado é o de não deixar seu celular exposto à umidade do banheiro e cozinha, pois o vapor d’água causa oxidação e pode ser danoso à bateria de lítio.

5. Evite quedas e não sente em cima do telefone

Caso a bateria seja violada (com um furo, um corte ou o que quer que seja), o risco dos componentes químicos serem misturados e gerarem uma explosão ganha lugar. Com a queda, além dos furos, pode ocorrer, ainda, uma falha no faiscador, um item de segurança no celular que serve de filtro, separando os pólos positivo e negativo da bateria. A entrada de pó, a umidade, o calor e defeitos de fabricação podem romper o faiscador, fazendo a bateria entrar em curto-circuito.

O curto-circuito gera uma faísca – e essa faísca gera calor. Como a bateria do celular é bem compacta e o aparelho não tem nenhum tipo de ventilador, o calor fica preso e o celular se torna uma pequena panela de pressão.

6. Fique atento ao levar na assistência

Apesar de levar o celular na assistência ser um tópico de zelo, esse próprio ato requer cuidado redobrado. É necessário saber, por exemplo, se o local utiliza apenas peças originais. Ao buscar o aparelho após um conserto, abra o produto e verifique, ainda, se o celular voltou com algo diferente em suas peças, para que possa logo ser revisto.

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