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Estilo de Vida Whey Protein, o suplemento dos atletas, também traz resultados para quem não faz exercícios

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O uso do suplemento deve ser recomendado pelo médico nutrólogo. (Foto: Reprodução)

Quando se pensa em Whey Protein, a primeira coisa que vem à cabeça são os músculos e shakes consumidos nas academias. Mas, após estudos, descobriu-se que o Whey, que é a proteína isolada do soro do leite, é versátil: quando se mantém a ingestão diária adequada de proteínas, ele contribui para o emagrecimento, a beleza da pele e dos cabelos. É benéfico a qualquer hora do dia e não somente após o treino ou para aqueles que têm uma rotina de exercícios.

“Por ter maior quantidade de aminoácidos essenciais, o Whey Protein possui também maior eficácia que o colágeno hidrolisado. Enquanto 100g de colágeno representam 3,3g de leucina, por exemplo (aminoácido superimportante para a reposição muscular), o Whey Protein isolado oferece cerca de 9,2g de leucina, mostrando-se, portanto, mais eficiente no combate à flacidez. O outro aminoácido, a cistina, muito importante para a construção da pele e cabelo, também está presente no Whey isolado, com cerca de 1,9%, enquanto sequer está presente no colágeno hidrolisado”, afirma a nutricionista Nathália Pinho.

O produto tem alto valor biológico (possui todos os aminoácidos essenciais, aqueles que o organismo não tem a capacidade de sintetizar) auxilia em várias funções fisiológicas, mas principalmente, no ganho ou manutenção de massa magra: “Não substitui uma dieta equilibrada, mas é recomendada para praticantes de exercícios de força resistida com o objetivo de hipertrofia muscular, que necessitam de maior ingestão proteica. Mas também para as pessoas que desejam manter ou não perder massa magra e não conseguem alcançar a ingestão proteica adequada, como idosos, pessoas acamadas, submetidas a terapia intensiva, acometidas de doenças graves, indivíduos com dietas restritivas ou estritas, entre outras”, diz a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez.

O Whey é rico em um componente chamado lactoferrina, que tem o poder de evitar e até mesmo aliviar lesões inflamatórias de acne, por ter alta capacidade anti-inflamatória, antimicrobiana e antioxidante. A lactoferrina também tem efeito modulador da flora intestinal por aumentar a colonização de bactérias consideradas “boas” e, consequentemente, reduzir as bactérias ruins no intestino.

O médico nutrólogo e cardiologista Juliano Burckhardt alerta que apesar de ser um suplemento, o Whey Protein deve ter sua prescrição individualizada e personalizada no perfil do paciente e nas suas necessidades: “No caso do atleta, ele é um recurso ergogênico, no caso de pessoas que necessitam ganhar massa muscular também é um alternativa, porém, quando associado a trabalho de força resistida. Eu particularmente considero o Whey mais uma alternativa alimentar do que um recurso ergogênico” e ressalta que o músculo não tem apenas função estética: “Hoje é considerado um potente órgão endócrino e auxiliar nas funções metabólicas”, completa.

Emagrecimento

Quando falamos em emagrecimento, o Whey Protein contribui para a redução de gordura corporal e ganho de massa muscular. Essa mudança de composição corporal se deve principalmente ao perfil de aminoácidos dessa proteína. O Whey isolado é a proteína com maior quantidade de leucina biodisponível: ela é a parte da proteína que vai sinalizar para o seu corpo a necessidade de construção de músculos. O ganho de massa muscular é a ferramenta mais eficiente contra a flacidez.

O Whey Protein ainda é rico em triptofano, aminoácido precursor da serotonina, o mesmo neurotransmissor que é liberado quando comemos açúcares e chocolates. Portanto, é muito eficaz para a redução do desejo de comer doces, principalmente para mulheres em período pré-menstrual, quando a serotonina fica extremamente baixa, o que leva à maior compulsão por alimentos açucarados. Além disso, o próprio aumento de massa muscular aumenta o gasto energético em repouso, o que também facilita a queima de gordura corporal.

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