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Café Haiti celebra seus 64 anos de atividades com um projeto editorial que resgata sua trajetória histórica no centro da Capital

Segundo a empresária Camila Eidt, "é gratificante fazer parte desta história, principalmente com a equipe de profissionais que conquistamos, tão comprometida. Temos a felicidade de contar com colaboradores que vestem a "camiseta" e que dedicam muito amor às suas tarefas cotidianas”. (Foto: divulgação)

Que gostoso é o Café Haiti, Tá fazendo na cozinha, Tá cheirando aqui, Haiti, Haiti, Haiti”

Este é um dos jingles mais famosos na história da radiodifusão no Rio Grande do Sul, marcando época. O Café Haiti, ao completar 64 anos de atividades, celebrados no dia 13 de julho, reforça sua trajetória, repleta de desafios, em um projeto editorial (Haiti – Sabor, História e Tradição) que narra seus passos, desde sua implantação, em 1955, no centro da Capital, na Avenida Otávio Rocha, 151.

Até recentemente sob a tutela de João Klee, neto do fundador, Paschual Longoni, o Haiti foi permanentemente ousando, com mudanças em seu perfil e modelo de atuação, a fim de atender aos anseios de seu público-alvo. Com um novo ritmo imposto por representação comercial em entidades de renome do segmento varejista, ele desenhou mais recentemente sua saída do Haiti. “A vida vai mudando, os conceitos, os hábitos, é preciso se reinventar”, aponta.

Foi o embrião para um grupo de investidores assumir a gestão da casa, com transparência, comprometimento e disposição para dar prosseguimento a trajetória do Haiti, em equilíbrio com tendências, hábitos e costumes de seus clientes, sejam antigos ou novos.

Hoje, o Café atende diariamente cerca de 1.400 pessoas. São clientes cativos que frequentam o estabelecimento desde seu início e que não abrem mão de um cafezinho ao lado de amigos e colegas. Outros, se deslocam de bairros e até cidades vizinhas para degustar a tradicional canja que o Haiti exibe em seu cardápio desde sua fundação, servindo hoje entre 300 a 400 pratos de canja/dia. “Ao manter a oferta de certos produtos, preservamos a essência do Haiti”, atesta a empresária Camila Eidt, à frente da sua administração. A equipe é integrada por 35 funcionários, a maioria deles festejando décadas de casa.

Como novidade, em 2018, o Haiti inaugurou uma unidade da rede de franquias Temakeria Japesca, com o objetivo de atender a novos segmentos de público. A Temakeria vem crescendo cerca de 30% ao ano, com 16 unidades espalhadas pela capital e Grande Porto Alegre. Recentemente, a Temakeria Japesca foi destacada entre as marcas mais lembradas pelos consumidores, através do Top of Mind, reconhecida premiação da Revista Amanhã.

Mas não fica nisso, a Banca 40, que faz história na Capital, tendo iniciado sua trajetória no Mercado Público, há mais de nove décadas, agora também no formato de franquias, se faz presente no Haiti, expandindo sua marca, seus sabores e tradição.

Segundo a empresária Camila Eidt, “estamos há dois anos à frente da gestão do Haiti e desde então fizemos e fazemos de tudo para manter satisfeitos nossos clientes, cultivar novos, bem como cuidar carinhosamente das nossas tradições. É gratificante fazer parte desta história, principalmente com a equipe de profissionais que conquistamos, tão comprometida. Temos a felicidade de contar com colaboradores que vestem a “camiseta” e que dedicam muito amor às suas tarefas cotidianas”. (Clarisse Ledur)

Cardápio primoroso

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