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Cassado, presidente da Assembleia deve permanecer no cargo

Plenário do TRE gaúcho cassou, pela primeira vez, um presidente da Assembleia no exercício do cargo. (Foto: Divulgação)

Mesmo diante da decisão do Tribunal Regional Eleitoral de cassar por 4 a 3 o mandato acrescido da perda dos direitos políticos por 8 anos, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Luis Augusto Lara (PTB), deve permanecer no cargo. O irmão do deputado, o prefeito afastado de Bagé, Divaldo Lara, também foi condenado à perda do cargo e dos direitos políticos. Ambos respondem a processos por abuso de poder político e econômico e uso indevido dos meios de comunicação, com a coação de servidores da prefeitura de Bagé e uso da máquina do município na campanha eleitoral do ano passado.

Recurso garante efeito suspensivo

Ontem à noite, Antonio Augusto Mayer dos Santos, advogado responsável pela defesa do deputado Lara, informou à coluna que está ingressando com recurso da decisão, mais o pedido de efeito suspensivo.

Suplente imediato

Caso se confirme a cassação de Lara, algo inédito por tratar-se de um presidente do Poder Legislativo em pleno exercício do cargo, o suplente que assumiria seria Marcus Vinicius de Almeida, do PP, atual presidente do IPE Saúde. Os partidos PTB e PP estiveram coligados na eleição para deputado estadual em 2018.

Um barraco no PSL

O deputado federal Bibo Nunes, ex-presidente do PSL gaúcho, denunciou à Mesa da Câmara dos Deputados, uma ameaça recebida ontem.

O fato inusitado é que a ameaça, segundo o deputado, partiu da esposa do deputado estadual e secretário Ruy Irigaray, Laura, que escreveu o seguinte texto no Instagram:

– Bibo Nunes, seu ridículo: te espero no aeroporto as 17h. Babaca!

Gaúchos com Bolsonaro

Da lista contendo 29 assinaturas de deputados da bancada federal do PSL em apoio à condução de Eduardo Bolsonaro à liderança do partido, três gaúchos ficaram ao lado do grupo de Jair Bolsonaro: Bibo Nunes, Sanderson e Marcelo Brum. Nereu Crispim, atual presidente estadual, ficou no lado oposto.