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Federer bate Shapovalov e chega ao recorde de 50 finais de Masters 1000

Federer chegou ao quarto troféu em Miami, o 101º da carreira. (Foto: Reprodução)

Aos 37 anos, Roger Federer não se cansa de bater recordes. Nesta sexta-feira (29), ao superar o jovem canadense Denis Shapovalov (de 19 anos e 23º do planeta), por 6/2 e 6/4, o suíço alcançou, em Miami, nos Estados Unidos, a 50ª final de Masters 1000 na carreira, a segunda consecutiva. Até o início do torneio na Flórida, o ex-número 1 do mundo tinha 49 decisões neste tipo de torneio, ao lado do espanhol Rafael Nadal.

Na entrevista ainda na quadra, o gênio suíço fez graça com a diferença de idade para o tenista do Canadá. “Disse para meus filhos que quando me profissionalizei, Denis nem era nascido.”

Tricampeão (venceu em 2005, 2006 e 2017), o quinto do ranking decide, neste domingo, o título contra o norte-americano John Isner (9º, atual vencedor), algoz do canadense Felix Auger-Aliassime, por duplo 7/6. Há duas semanas, o suíço perdeu a decisão de Indian Wells, o primeiro Masters 1000 da temporada, para o austríaco Dominic Thiem.

Em seu caminho à final, Federer já havia eliminado o russo Daniil Medvedev, outro forte representante da nova geração. Na quinta, arrasara o experiente sul-africano Kevin Anderson, seu algoz nas quartas de final de Wimbledon em 2018, com direito a um “pneu” no set inicial.

Nesta sexta-feira, Federer teve sete break points no primeiro set. E aproveitou dois deles, um logo no início. O canadense, por sua vez, não teve uma chance sequer de levar a melhor no serviço do suíço.

Shapovalov teve seus dois primeiros breaks no segundo game da parcial seguinte, mas os desperdiçou. O tricampeão, em seguida, voltou a quebrar o saque do oponente. Sacando em 3/5, o jovem canadense ainda salvou o primeiro match-point. No entanto, na sequência, com um winner (ponto vencedor) de voleio, o tricampeão fechou o jogo.

Retrospecto

Federer e Isner não se enfrentam desde as oitavas do Masters 1000 de Paris de 2015. Na ocasião, o americano ganhou por 7/6, 3/6 e 7/6. Entretanto, a vantagem, no confronto direto, é do suíço, com cinco triunfos em sete duelos até hoje.

Enquanto o anfitrião buscará o segundo Masters 1000 da carreira, o ex-líder do ranking tentará o 28º. Em títulos gerais na carreira, está 100 a 14 para Federer.

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