Domingo, 08 de Dezembro de 2019

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Flávio Pereira Governo apostando na informação sobre o pacote

Líder do governo, deputado Frederico Antunes participa do esforço para esclarecer duvidas do pacote. (Foto: Divulgação)

O governo do Estado faz, em várias frentes, uma aposta forte na informação para esclarecer pontos obscuros do pacote de reformas nos planos de carreira e na Previdência dos servidores. Ontem, uma iniciativa do líder do governo, deputado Frederico Antunes (PP), levou a secretária do Planejamento, Leany Lemos, a um encontro com assessores das 14 bancadas no Legislativo. O projeto que muda o plano de carreira do magistério foi, disparado, aquele que mereceu maior atenção nas perguntas feitas.

Governador com jornalistas

Nesta quinta-feira, o governador Eduardo Leite reúne-se com um grupo de jornalistas para esclarecer dúvidas sobre pontos polêmicos ou obscuros do pacote que está na Assembleia Legislativa.

MDB anuncia que não vota com o governo

Pensando possivelmente na próxima eleição, a bancada do MDB na Assembleia gaúcha, formada por oito deputados estaduais, entregou ontem um comunicado ao chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, indicando que não vai acompanhar o governo nos projetos de reforma administrativa que alteram os planos de carreiras dos servidores e a Previdência estadual.

Quanto aos cargos, MDB silencia

Em relação aos cargos no governo, o bônus de ser governo, o MDB, que ocupa uma secretaria – Logística e Transportes – e diversas posições em segundo e terceiro escalão da administração estadual, a nota do MDB não faz qualquer referência.

TRF-4 abre possibilidade de retorno de Lula à prisão

Ao condenar ontem por unanimidade Lula a 17 anos, um mês e um dia de cadeia por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, tudo no caso do sítio de Atibaia, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região abriu uma possibilidade sinistra para o réu. Caso a pena do triplex de Guarujá seja mantida pelo STF, Lula deverá voltar para a cadeia para cumprir mais 3 anos de pena até uma próxima progressão.

Para entender o nível político do Congresso

Quem ainda não compreendeu porque o Congresso Nacional deixou de votar até agora a Medida Provisória que torna lei permanente a antecipação anual da primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social, basta observar os comentários de algumas lideranças da Câmara e do Senado. Temerosos de que a aprovação da MP dê ao presidente Bolsonaro uma popularidade ainda maior entre os aposentados, líderes no Congresso deverão deixar caducar a medida.

Todas de Flávio Pereira

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