Sábado, 07 de Dezembro de 2019

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Brasil Policiais militares envolvidos em ação em baile funk em São Paulo são afastados das ruas

Mais cedo Doria negou que mortes tenham sido provocadas pela ação policial.

Foto: Governo de SP
Mais cedo Doria negou que mortes tenham sido provocadas pela ação policial. (Foto: Governo de SP)

Os policiais envolvidos na ocorrência que terminou em nove mortes em um baile funk em Paraisópolis, na zona sul de São Paulo, foram afastados das ruas nesta segunda-feira (2). A informação foi divulgada pelo coronel Marcelo Vieira Salles, comandante da PM (Polícia Militar) do Estado de São Paulo, em coletiva de imprensa.

“Os policiais estão preservados. Temos que concluir o inquérito. Eles continuarão nas unidades em serviços administrativos no mesmo horário deles fazendo outras coisas porque é uma área complexa, a área da primeira companhia é uma área complexa. Havendo um outro evento parecido eles poderão ser prejudicados. Então eles estão sendo preservados”, afirmou Vieira Salles.

Em coletiva de imprensa no domingo (1º), o porta-voz da PM, tenente-coronel Emerson Massera, informou que 38 policiais participaram da ação no baile funk durante a madrugada. Até o momento, as nove mortes têm sido tratadas como causa de pisoteamento durante o tumulto.

Mais cedo, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), negou, em entrevista coletiva, que as mortes tenham sido provocadas pela ação contundente da Polícia Militar.

“A letalidade não foi provocada pela PM e sim por bandidos que invadiram a área onde estava acontecendo baile funk. É preciso ter muito cuidado para não inverter o processo”, disse o político. “Não houve ação da polícia, nem utilização de arma, nem em relação a invadir a área onde o baile estava acontecendo, tanto é fato que o baile continuou. Não deveria sequer ter ocorrido. Ele é ilegal, fere a legislação municipal. Tanto é fato que prosseguiu.”

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