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Rio Grande do Sul Pedidos de seguro-desemprego recuam no Rio Grande do Sul

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Em julho, o Estado registrou 32,7 mil solicitações do benefício – voltado a trabalhadores formais demitidos sem justa causa

Foto: Marcello Casal Jr./ABr
Do total de oportunidades de trabalho abertas, 69,5% não exigem experiência. (Foto: Marcello Casal Jr./ABr)

Após disparar entre abril e maio, o avanço de pedidos de seguro-desemprego perdeu fôlego e atingiu o menor nível desde o início da crise do coronavírus no Rio Grande do Sul.

Em julho, o Estado registrou 32,7 mil solicitações do benefício – voltado a trabalhadores formais demitidos sem justa causa. Trata-se do menor volume desde fevereiro (27,8 mil), quando a pandemia ainda não causava prejuízos para empresas e famílias gaúchas.

O resultado traz uma certa dose de alívio. Conforme economistas, há sinais de que a maior destruição de empregos possa ter ficado para trás. O número de julho representa queda de 21,5% em relação a junho, além de baixa de 19% ante igual mês de 2019, indicam os dados do Ministério da Economia.

A situação, contudo, está bem distante de causar otimismo. Dúvidas sobre o comportamento da Covid-19 e seus impactos na economia desafiam a reação nos próximos meses. Sem clareza sobre o cenário, o esforço necessário para recuperar postos de trabalho perdidos tende a ser ainda maior.

O pico de pedidos de seguro-desemprego no Estado ocorreu em maio – 66,8 mil solicitações. No acumulado dos sete primeiros meses de 2020, são 287,8 mil. É superior à população de um município como Santa Maria (282,1 mil habitantes). E significa avanço de 16,4% em relação aos sete primeiros meses do ano passado.

Na visão de economistas, o estrago só não foi maior em razão de medidas emergenciais autorizadas pelo governo federal, como a permissão para empresas suspenderem contratos ou reduzirem jornada de trabalho e salários. Mas há incertezas sobre o que pode acontecer após o fim dessas políticas.

Em julho, decreto ampliou o prazo de suspensão de contratos e redução de carga horária. Assim, as duas ferramentas podem ser usadas por empresas por até quatro meses enquanto durar a pandemia – o estado de calamidade pública no País acaba em 31 de dezembro.

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