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Armando Burd O inesperado entra em cena

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Senador disse que nenhuma irregularidade foi encontrada pela Receita em suas contas. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Renan Calheiros é ator com vaga garantida em todas as refilmagens de A Esperteza Política. Ontem, assumiu as vestes do personagem que conspira contra o governo: indicou Roberto Requião para ser o relator da reforma da Previdência Social no Senado. O parlamentar paranaense é adversário aberto da proposta de mudanças. Obrigará o presidente Michel Temer a convidar Renan para uma conversa reservada, quando pedirá para que volte atrás na indicação. A negociação custará muito, como sempre.

VÃO INSISTIR

Entre a bancada do PSDB e o deputado Juliano Roso, do PC do B, não há divergência. Afirmam que os pedágios a serem cobrados em rodovias federais concedidas no Rio Grande do Sul precisam passar por uma filtragem mais prolongada e rigorosa. Não admitem prato feito, isto é, os termos propostos como ficou evidente nas sessões plenárias da Assembleia Legislativa, quarta-feira e ontem.

ABACAXI NA MESA

Os grandes partidos não querem deixar para a última hora a escolha dos tesoureiros da próxima campanha eleitoral. Com as restrições da lei, os que aceitarem vão mexer num vespeiro da manhã à noite.

COM PODER

O deputado federal Covatti Filho passa à condição de detentor da chave do cofre. Ontem, foi eleito presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara.
Trabalho não faltará: na Comissão, tramitam 2 mil e 800 proposições. Dessas, 540 aguardam designação de relator e mais de 600, parecer do relator. Todas as questões se relacionam à liberação de recursos do governo federal.

QUER O RETROCESSO

Para que se tenha ideia sobre o que é a corrente de comércio global, em 1950 totalizava 116 bilhões e 800 milhões de dólares. Em 2015, atingiu 33 trilhões e 300 bilhões de dólares. Fica difícil entender como os norte-americanos elegeram Donald Trump, que está decidido a pôr um freio na evolução dos números, consagrando o isolacionismo.

HÁ 40 ANOS

A 24 de março de 1977, sob a liderança de Paulo Brossard, o MDB decidiu votar contra a reforma do Judiciário, proposta pelo governo. Mesma posição foi tomada em relação à extinção da fidelidade partidária.

RÁPIDAS

* Já que a Câmara dos Deputados virou uma incessante fábrica de leis, deveria votar projeto proibindo o compadrio no Ministério da Agricultura.

* A grande maioria das isenções fiscais no País usa a tática do lendário aventureiro Robin Hood de modo inverso: tira dos pobres para dar aos ricos.

* O terrorismo é o limite a que pode chegar a violência sem efeitos políticos eficazes. Apenas a morte pela morte.

* No Rio Grande do Sul, há 34 prefeitas. De 2013 a 2016 eram 39.

* Nunca mais se ouviu falar sobre a quebra do sigilo dos cartões corporativos. A investigação foi pedida pelo Tribunal de Contas da União.

* O governo Temer anda atrás de um assessor para a função de administrador de crises, a ser criada.

* A 24 de março do ano passado, a presidente Dilma Rousseff decidiu demitir todos os assessores nomeados pelo PMDB que optaram por romper com o governo.

* O sistema punitivo no País era uma rede de pescar que fazia mágica: pegava peixes pequenos e deixava escapar os grandes.

* Fotografia do momento: a competição mais acirrada no ramo comercial ocorre entre o número de placas “aluga-se” e “passa-se o ponto”.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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