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Colunistas A arte da mentoria nas empresas: humanização e desenvolvimento pessoal e profissional

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Reprodução

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editorias de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Mentoria, uma prática ancestral, ressurge nas empresas modernas como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento humano e profissional. Ser mentor não é apenas sobre transmitir conhecimento; é um processo enriquecedor e empoderador para ambas as partes.

Os mentores ganham uma nova perspectiva e um sentimento de satisfação ao ver o desenvolvimento de seus mentorados. No ambiente de trabalho, a mentoria resulta em habilidades aprimoradas de comunicação e liderança do mentor.

No entanto, surgem várias perguntas e questionamentos sobre esta prática: podemos aprender a mentorar? Vale a pena investir num programa de mentoria na empresa? Possui algum benefício pessoal? Se desejamos nos desenvolver como mentores, além de possuir conhecimento e experiência numa ou várias áreas, efetivamente existe a possibilidade de nos desenvolver informal e formalmente. Muitas das habilidades são compartilhadas pelas técnicas de coaching: por exemplo, a capacidade de ouvir ativamente, fazer perguntas, comunicação, autoconsciência e planejamento. Essas habilidades não são inatas; elas podem e devem ser aprendidas e melhoradas por meio de treinamento e prática consistente.

A prática de implementar programas de mentoria nas empresas, quando realizada, reflete benefícios em toda a organização, gerando protagonismo no ambiente de trabalho: Humanização das Relações, com uma cultura de empatia e suporte, onde os funcionários se sentem valorizados e compreendidos. Do mesmo modo, incentivam a comunicação aberta, reduzindo mal-entendidos e conflitos internos. Além disso, aumentando a produtividade e desempenho com desenvolvimento de habilidades: Mentores ajudam no desenvolvimento de habilidades técnicas e interpessoais nos mentorados, refletindo em maior eficiência no trabalho, inovação e criatividade, essenciais para
a evolução contínua da empresa.

Similarmente, criando um sentimento de pertencimento, a mentoria promove um ambiente onde aprender e crescer são parte da cultura empresarial. O que leva à retenção de talentos, já que os funcionários que se sentem apoiados e têm oportunidades de crescimento tendem a permanecer mais tempo na empresa.

Porém, a mentoria não se limita ao desenvolvimento profissional; ela também desempenha um papel significativo no desenvolvimento pessoal dos indivíduos envolvidos. Ela melhora a capacidade de se colocar no lugar do outro, uma habilidade valiosa em todas as relações humanas. As habilidades de comunicação eficaz, um pilar da mentoria, são
incrementadas.

Os relacionamentos são fortalecidos, visto que a mentoria desenvolve as habilidades de construir e manter a confiança, junto à resolução de conflitos, elementos chave em qualquer relacionamento saudável. Não posso deixar de mencionar o crescimento pessoal e autoconhecimento, dado que mentorar encoraja a auto-reflexão, levando a um maior autoconhecimento e crescimento pessoal. Se desenvolver como mentor, nos leva a aprender a lidar com os desafios, aumentando a nossa capacidade de gerir o stress e desenvolver resiliência na vida pessoal.

A mentoria, com suas raízes na empatia, comunicação eficaz e liderança, transforma o ambiente de trabalho, promovendo uma cultura de apoio, aprendizado contínuo e inovação. Simultaneamente, essas habilidades refletem-se na vida pessoal, enriquecendo relações, fomentando autoconhecimento e resiliência. É uma prática que beneficia todos os envolvidos, humanizando as relações profissionais e impulsionando o desenvolvimento integral dos indivíduos.

(Cris Ljungmann é Diretora Executiva do AIB Institute; Antropóloga; Mindsetter do Instituto Dynamic Mindset; membro do “GRUPO FRONT”)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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