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Brasil Agente que matou tesoureiro do PT já está preso em complexo penal

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Guaranho foi avaliado por uma equipe médica e já se encontra em uma cela.

Foto: Reprodução
Guaranho foi avaliado por uma equipe médica e já se encontra em uma cela. (Foto: Reprodução)

O policial penal Jorge Guaranho acusado de matar o tesoureiro do PT Marcelo Arruda chegou ao Complexo Médico Penal (CMP) em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no Paraná, neste sábado (13). As informações foram repassadas pela Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp).

Guaranho é réu por homicídio duplamente qualificado pela morte do tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu, Marcelo Arruda. O crime foi em 9 de julho, e Guaranho não era convidado do evento. Ao ser baleado, o petista revidou e também atirou no policial.

Conforme secretaria, devido ao estado de saúde do policial não foi possível fazer o exame de corpo e delito pelo Instituto Médico-Legal (IML), procedimento que é padrão após a prisão.

Guaranho foi avaliado por uma equipe médica que estava de plantão do CMP, conforme a Sesp e já se encontra em uma cela.

A defesa do policial afirma que a prisão dele é “ilegal e desumana” e alega que só deve ser colocado em prisão preventiva o réu “representa um risco à sociedade ou pode fugir ou atrapalhar a produção das provas”, o que segundo a defesa não se configura no caso de Guaranho.

A nota diz ainda que o CMP não tinha condições de receber o policial até a quarta-feira (10) e que “certamente esse cenário não mudou em poucas horas” o que coloca Guaranho em sério risco, segundo a defesa.

Perda de memória

Guaranho ainda não foi ouvido no processo. Os promotores esperavam ele receber alta para ouvir a versão do policial sobre o caso.

Porém, a defesa do policial penal afirma que ele perdeu a memória por causa de agressões recebidas logo depois de atirar em Arruda. Segundo o advogado Luciano Santoro, Guaranho não se lembra de nada do que aconteceu na noite do crime.

O advogado diz que Guaranho levou 24 chutes no rosto e outros no tórax e na perna baleada, em um total de cinco minutos e 35 segundos de agressões. De acordo com Santoro, essas outras imagens estão no processo, mas não foram tornadas públicas.

As agressões ao policial são investigadas em outro inquérito. Os autores já foram identificados e ouvidos.

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1 Comentário
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Simeão Brasil
13 de agosto de 2022 19:40

É um despreparado emocionalmente! Um assassino que mata por ideologia! Um perigo para a sociedade de bem ter um marginal armado por trás do uniforme de uma instituição penal! Incompetência do Estado quando aplicou o teste psicológico neste assassino na seleção!
E UM AVISO: Tal qual escrito abaixo não sou Bolsonaro, detesto o Lula, o Ciro e, de maneira geral, todo o falido sistema político brasileiro desde a proclamação da República em 1889!
Portanto, não me venham com alcunhas e outras baboseiras! Leiam e reflitam

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