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Ciência Bilionários começam uma nova corrida espacial com internet por satélite

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O objetivo da empresa é chegar a uma rede com 42 mil equipamentos em operação no espaço. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

O ano de 2021 foi marcado por uma nova etapa na corrida espacial com o turismo. Alguns bilionários visitaram o espaço com as empresas SpaceX, do dono da Tesla Elon Musk, e Blue Origin, do dono da Amazon, Jeff Bezzos.

A expectativa é que este ano seja tão ocupado quanto 2021, com as primeiras fotos do telescópio Webb e a comercialização da internet por satélite. A SpaceX está à frente na corrida e já lançou mais de 1.800 satélites.

De acordo com matéria do Daily Mail, o objetivo da empresa é chegar a uma rede com 42 mil equipamentos em operação no espaço, mas precisa do sinal verde da Comissão Federal de Comunicações (FCC), equivalente americana da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Por outro lado, a Amazon ainda não tem satélites em operação, mas, em novembro de 2021, recebeu autorização da FCC para operar uma constelação com 3.236 unidades por meio do Project Kuiper. Entre as duas empresas, apenas a SpaceX já está operando. A empresa conta com 145 mil clientes em 25 países, segundo dados divulgados pela CNBC.

O serviço de internet por satélite já existe, mas com velocidade limitada. O objetivo das empresas é levar a mesma qualidade da internet de fibra ótica para os lugares mais remotos do mundo. Além disso, as aventuras espaciais devem continuar neste ano, com grandes foguetes sendo lançados pela primeira vez.

Satélite TESS da Nasa

O satélite TESS da Nasa foi lançado em abril de 2018 pela SpaceX e desde então este “caçador de planetas” já realizou diversas descobertas como um novo exoplaneta e estrelas explodindo. O mais recente achado dele foram três planetas gasosos do tamanho de Júpiter, que são os mais próximos da destruição já detectados pela Nasa.

Os três planetas são nomeados como TOI-2337b, TOI-4329b e TOI-2669b e orbitam estrelas gigantes que devem destruí-los nos próximos milhões de anos, começando por TOI-2337b. Milhões de anos pode parecer muito tempo, entretanto na escala de tempo cósmica isto é muito pouco, pois ele é o planeta mais próximo da obliteração já descoberto pela humanidade.

Cientistas afirmam que os sistemas solares como os encontrados pelo TESS são fadados a serem consumidos pela sua estrela, mas antes disso os planetas são aquecidos e têm suas órbitas alteradas de forma caótica, o que aumenta a possibilidade de colisões entre eles.

Nick Saunders, que é coautor do artigo, diz que o TESS deve encontrar dezenas de outros planetas em situação similar e que é essencial descobrir mais sobre eles para determinar como o Sol pode influenciar o futuro do nosso planeta e outros sistemas solares.

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