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Política Bolsonaro baixa o tom no primeiro discurso no Palácio do Planalto após seu recuo de pacificação

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Texto flexibiliza a "tutela à bandeira", obediência dos postos à marca comercial de um distribuidor. (Foto: Alan Santos/PR)

No seu primeiro discurso num ato no Palácio do Planalto desde seu recuo de pacificação, semana passada, o presidente Jair Bolsonaro baixou o tom, se comparado às suas últimas falas nesses eventos, quando vinha fazendo duras críticas a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal). Bolsonaro se restringiu, no seu discurso, a tratar do tema da solenidade, o lançamento do programa de financiamento habitacional para profissionais de segurança pública, o Habite Seguro.

Até mesmo o tom do presidente era outro, mais baixo, sem exaltação. Na semana passada, numa apresentação de investimentos no setor ferroviário, Bolsonaro não tocou nesse assunto e disparou ataques aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, mesmo sem citar seus nomes. Disse que ninguém deveria se preocupar com o 7 de Setembro, mas criticou o STF.

Nesta segunda, o presidente falou do primeiro imóvel que adquiriu, em Resende (RJ), onde se formou na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), e comentou sobre a dificuldade de um policial obter sua casa própria com o salário que recebe.

“Hoje entregamos aqui o que seria o piloto desse programa, que pode beneficiar, sim, grande parte desse efetivo da segurança, que arriscam suas vidas”, disse o presidente.

O único momento que tratou de outro tema, Bolsonaro repetiu que seu ministério é formado por auxiliares competentes e honestos e acusou governos anteriores de serem corruptos, sem citar algum específico.

“Duvido quem aponte um grupo de ministros melhor do que nós temos nesse momento. Além da capacidade técnica de cada um, todos têm a liberdade para poder trabalhar”, afirmou.

“A casa própria, mais que um sonho, é uma necessidade para todos nós”, afirmou o presidente em seu discurso. “A casa própria é algo que realmente nos liberta, nos dá paz para trabalhar”, acrescentou.

Concretizado por meio de medida provisória (MP), o programa tem como prioridade os agentes de segurança com renda bruta mensal de até R$ 7 mil, mas é aberto a profissionais com faixa de renda maior. Será possível financiar até 100% do valor do imóvel, contando com subsídios de até R$ 13 mil, provenientes do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), de acordo com a faixa de renda do profissional, além de oferecer menores taxas de juros nos financiamentos. Neste primeiro ano, foram disponibilizados R$ 100 milhões para custear as operações, a serem realizadas pela Caixa Econômica Federal.

“É um programa que beneficia não só os profissionais da ativa, mas também os reformados e aposentados. Ainda este ano, utilizamos até R$ 100 milhões em recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, para subsidiar os financiamentos. Nos próximos anos, além dos recursos desse fundo, contaremos com emendas parlamentares”, afirmou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. As informações são do jornal O Globo e da Agência Brasil.

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