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Olimpíada Brasil passa pelo Japão no vôlei e tem novo duelo contra os russos, agora na semifinal

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Em quadra, Brasil abriu vantagem no início e se manteve na frente por todo o primeiro set.

Foto: Miriam Jeske/COB
Em quadra, Brasil abriu vantagem no início e se manteve na frente por todo o primeiro set. (Foto: Miriam Jeske/COB)

A seleção brasileira masculina de vôlei confirmou o favoritismo diante do Japão e venceu por 3 a 0 (25-20, 25-22, 25-20) as quartas de final da Olimpíada de Tóqui na madrugada desta terça-feira (3), se colocando mais uma vez entre os quatro melhores para rever um algoz de dias atrás.

O reencontro é com a equipe russa, na disputa por um lugar na decisão. Na primeira fase, o duelo representou a única derrota do Brasil nesses Jogos, um 3 a 0 que ligou o sinal de alerta. Nesta madrugada, abrindo as quartas de final, os russos fizeram 3 a 0 no Canadá, e o Brasil tem um grande desafio marcado no caminho em busca do título.

O confronto é quente e muito equilibrado, como foi visto já em Tóquio. A Rússia ganhou do Brasil a final da Olimpíada de 2012, em Londres, e os brasileiros deram o troco na semifinal do Rio de Janeiro, em 2016.

“Contra a Rússia, o que faltou foi a cobertura. Óbvio que a gente não estava conseguindo rodar, o bloqueio dos caras é grande e a cobertura às vezes falhava. A gente vai ter que bombardear no saque”, afirmou Wallace, projetando o próximo jogo. “É uma semifinal que poderia ser uma final”.

Superioridade contra o Japão

O Japão já foi campeão olímpico no vôlei masculino, em tempos em que figurava constantemente no pódio, nos anos 1960-70. Na história recente, não vinha tendo muito protagonismo, pelo contrário: nas últimas seis edições, só se classificou para uma, em Pequim-2008, e terminou no 11º lugar. Mas nos últimos anos o time conseguiu terminar no quarto lugar na Copa do Mundo de 2019, vencida pelo Brasil.

Já a seleção brasileira se mantém no topo. Agora são cinco Jogos Olímpicos consecutivos alcançando as semifinais – dois ouros e duas pratas entre 2004 e 2016, além de uma pilha títulos e finais nos últimos anos.

Em quadra, Brasil abriu vantagem no início e se manteve na frente por todo o primeiro set, mantendo uma vantagem de três, quatro pontos até fechar em 25-20, com seis pontos de Wallace e dois bloqueios importantes de Lucão.

O destaque do Japão nesse início foi Yuji Nishida, atacante que ainda fez dois pontos de saque no primeiro set, mantendo os asiáticos vivos no jogo. Aos 21 anos, ele vinha de 30 pontos no duelo contra o Irã, se consolidando como um dos principais jogadores do torneio.

No segundo set, o Brasil teve um momento atrás do placar (17-14), e o técnico Renan rodou o time, colocando Fernando Cachopa no lugar de Bruninho. Lucarelli cresceu no jogo, Thales defendeu bem, e a seleção fechou em 25-23 num desafio pedido pelos brasileiros – a bola tinha mesmo caído dentro.

A equipe brasileira seguiu na frente também no terceiro set, desta vez com maior superioridade no placar e controle do jogo. Ishikawa pontuava do lado japonês, mas Lucarelli e Leal também apareceram bem e a vantagem se mantinha confortável. O Japão ainda apertou na reta final, mas o Brasil retomou a concentração e fechou em 25-20.

Ishikawa terminou o jogo com maior pontuador, com 17. Pelo lado brasileiro, 16 pontos para Leal, 13 para Wallace e 12 para Lucarelli.

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