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Política CPI da Covid ouve o ex-ministro da Saúde Nelson Teich; acompanhe

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Titular da pasta assumiu em abril de 2020 e ficou menos de um mês no cargo

Foto: Divulgação
Titular da pasta assumiu em abril de 2020 e ficou menos de um mês no cargo. (Foto: Divulgação)

O ex-ministro da Saúde Nelson Teich está sendo ouvido desde as 10h30min desta quarta-feira (05) pela CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid. Ele foi o segundo a ocupar a pasta no governo do presidente Jair Bolsonaro, em substituição a Luiz Henrique Mandetta, que prestou depoimento na terça-feira (4).

Resumo da CPI da Pandemia

A sessão foi iniciada com uma questão de ordem dos senadores Humberto Costa (PT-PE) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), subscrita pelo relator Renan Calheiros (MDB-AL), para que fosse realizada homenagem ao ator e diretor Paulo Gustavo e também a todas as vítimas da pandemia.

“Queria fazer homenagem às centenas de milhares de pessoas que faleceram. Ontem tivemos a morte de um artista renomado, querido, e essa morte dá uma dimensão do que estamos vivendo”, disse Costa.

“[Que] o impacto que o Brasil tem nesse momento, com a perda de um artista tão querido, inspire os trabalhos dessa comissão de inquérito”, complementou Randolfe.

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), determinou 1 minuto de silêncio em homenagem ao ator e as mais de 400 mil vítimas da Covid-19 no País. Ele relembrou também a morte do vocalista do grupo amazonense Carrapicho, Zezinho Correa, em decorrência de complicações da Covid-19.

Mudança de planos

O depoimento de Teich estava previsto para a terça-feira (04), às 14h. No entanto, o presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), adiou a oitiva em um dia após o também ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello alegar ter entrado em contato com dois servidores do Executivo que foram diagnosticados com Covid-19.

Teich, que ficou apenas 29 dias no comando do Ministério da Saúde, deve ser questionado sobre as negociações com as farmacêuticas sobre vacinas, já que foi na sua gestão que o governo começou esse processo.

Entre as perguntas está, por exemplo, o questionamento sobre o plano que Teich, ao deixar o ministério, disse ter recomendado ao governo e que nunca foi executado. O roteiro do relator prevê, ao menos, 36 perguntas ao ex-ministro.

O principal assunto, contudo, deverá ser a hidroxicloroquina, principal motivo de sua saída do governo. A ideia é mapear a responsabilidade de Bolsonaro na gestão. O ponto negativo que está no roteiro inicial de perguntas é o aumento exponencial de internações e óbitos durante seu período no cargo.

Sessão terá análise de requerimentos

Ainda na terça, o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou em entrevista coletiva que, após os depoimentos de Teich, a comissão iniciará uma sessão administrativa para apreciar novos requerimentos.

Segundo Randolfe, devem ser analisados os pedidos de convocação do ex-chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social do Governo Federal, Fabio Wajngarten, dos ministros da Justiça e da Economia, Anderson Torres e Paulo Guedes, respectivamente, além de empresas farmacêuticas, como a Pfizer e a AstraZeneca.

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