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Economia IBGE diz que o desemprego caiu para 6,6% em agosto e que a população ocupada bate novo recorde

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Essa foi a menor taxa para um trimestre encerrado em agosto da série histórica da Pnad Contínua

Foto: Helena Pontes/IBGE
A regra fundamental é não gastar além do orçamento, para evitar entrar endividado em 2026. (Foto: Helena Pontes/IBGE)

A taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,6% no trimestre de junho a agosto, recuando 0,5 ponto percentual em relação aos três meses anteriores e 1,2 ponto percentual ante o mesmo período de 2023.

Essa foi a menor taxa para um trimestre encerrado em agosto da série histórica da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua do IBGE, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (27).

A população desocupada caiu para 7,3 milhões, o menor número de pessoas procurando trabalho desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015. Esse contingente caiu 6,5% em relação ao trimestre anterior, o que significa menos 502 mil pessoas buscando trabalho. Já frente ao mesmo período de 2023, a redução foi de 13,4% – menos 1,1 milhão de pessoas em busca de uma ocupação.

O número total de trabalhadores no Brasil bateu novo recorde, chegando a 102,5 milhões. No trimestre encerrado em agosto, o rendimento médio real das pessoas ocupadas foi de R$ 3.228, sem mostrar variação estatisticamente significativa frente ao trimestre móvel anterior e com alta de 5,1% na comparação com o mesmo período de 2023.

Veja os dados da pesquisa

– Taxa de desocupação: 6,6%
– População desocupada: 7,3 milhões de pessoas
– População ocupada: 102,5 milhões
– População fora da força de trabalho: 66,5 milhões
– População desalentada: 3,1 milhões
– Empregados com carteira assinada: 38,6 milhões
– Empregados sem carteira assinada: 14,2 milhões
– Trabalhadores por conta própria: 25,4 milhões
– Trabalhadores domésticos: 5,8 milhões
– Empregadores: 4,3 milhões
– Trabalhadores informais: 39,8 milhões
– Taxa de informalidade: 38,8%

Com o número de ocupados em patamares recorde, o IBGE registrou novamente recordes nos números de trabalhadores com e sem carteira assinada. Entre os empregados com carteira assinada, o número absoluto de profissionais chegou a 38,6 milhões, maior patamar da série histórica da PNAD Contínua, iniciada 2012.

Contra o trimestre anterior, a alta foi de 0,8%, agregando 317 mil pessoas ao grupo. Contra o mesmo trimestre do ano passado, o ganho é de 3,8%, o que equivale a 1,4 milhão de trabalhadores a mais. Já os empregados sem carteira são 14,2 milhões, também recorde. A alta para o trimestre foi de 4,1%, com aumento de 565 mil trabalhadores no grupo. No comparativo com 2023, houve aumento de 7,9%, ou de 1 milhão de pessoas.

A taxa de subutilização, que faz a relação entre desocupados, quem poderia trabalhar mais e quem não quer trabalhar com toda a força de trabalho, segue em tendência de baixa. São 18,5 milhões de pessoas subutilizadas no país, o que gera uma taxa de 16% de subutilização. Por fim, a população desalentada caiu a 3,1 milhões, em seu menor contingente desde o trimestre encerrado em maio de 2016 (3 milhões). Há recuo de 5,9% no trimestre e de 12,4% contra o mesmo período de 2023.

 

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Vanderlei Ochoa
27 de setembro de 2024 12:38

Observem que o desemprego depois do golpe em cima da presidente Dilma, ficou em quase 13%. Na administração do golpista permaneceu. Agora estamos em quase pleno emprego. Sentiram a diferença entre direita e esquerda? Pois é. Continuem apoiando a direita que batermos um novo Record de inflação alta.

Fernando Krause
27 de setembro de 2024 14:12

Mas tu gosta de relinchar nos meus comentários, kkkk.

Vanderlei Ochoa
27 de setembro de 2024 14:10

Hahahahahhahaahahahahah

Fernando Krause
27 de setembro de 2024 14:09

Alguém confia nos “fantásticos” números que o mentiroso lulopetismo divulga ?????
Lembrando que o IBGE tem um cumpanhero escolhido “a dedo” podre pelo mitômano de estimação da extrema esquerda, e que enfrenta uma guerra político-ideológica dentro do próprio instituto…

Fernando Krause
27 de setembro de 2024 16:11

“Kreusa” é a chocadeira que te defecou no esgoto, esquerdopata otário.
E golpista é o teu progenitor, se é que tu sabe quem é…

Vanderlei Ochoa
27 de setembro de 2024 14:26

Apesar dos defensores do jornal, apoiador de golpistas, Brasil melhorando a cada dia. Já estamos em quase pleno emprego. Povo comendo melhor. Milhões de novos empregos. Distribuição de renda através de programas sociais. Salário mínimo com aumento real todos os anos. Prouni. Minha casa minha vida. Mais médicos. Brasil batendo recorde de exportações. Etc etc etc etc e tal. Mas a direita golpista insiste em tentar destruir tudo…sifu, direita ordinária

Vanderlei Ochoa
27 de setembro de 2024 15:09

Deixa de ser kreusa. Ninguém tá falando em perfeição. Só estamos falando em melhora das condições de vida do povo kreusa. Não desvirtua o papo. Que coisa de direitista golpista, chê

Fernando Krause
27 de setembro de 2024 14:36

AONDE FICA este “país perfeito” e que a extrema esquerda mentirosa diz estar “melhorando a cada dia” ??????????????????????????????????????????
Nárnia ???
Ilha da Fantasia lulopetista ???
Planeta pt ???

Fábio Oliveira
27 de setembro de 2024 15:59

Economia ainda sob efeito Paulo Guedes. Já a Justiça sob efeito A Lei Xandre. Não ao PSD. Não ao 55 nas eleições.

Vanderlei Stefani
27 de setembro de 2024 17:35

😭😭😭😭😭😭🐂🐂🐂🐂🐂🐂

Apolônio Chuwats
27 de setembro de 2024 21:56

Caiu o desemprego porque uma grande leva de vagabundos são sustentados pelo governo com dinheiro nosso, bolsa vadio para jogarem em tigrinho online.

Rodinei Mandelli Sanini
28 de setembro de 2024 13:00

O novo “IBGE” coloca os Bolsa Família com o grupo dos que não procuram emprego, como se estivesse empregados.
A maioria das vagas abertas foram em órgãos públicos(municipais, estaduais, federal) o que não causa aumento de produção, pelo contrário , é mais gasto público, vindo assim mais impostos federais.

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