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Olimpíada Hebert Conceição leva o Brasil à segunda final no boxe na Olimpíada de Tóquio

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Hebert Conceição (foto) vai enfrentar o ucraniano Oleksandr Khyzniak na final, marcada para sábado

Foto: Julio Cesar Guimarães/COB
Hebert Conceição (foto) vai enfrentar o ucraniano Oleksandr Khyzniak na final, marcada para sábado (Foto: Julio Cesar Guimarães/COB)

O boxe brasileiro fez história de novo na madrugada desta quinta-feira (05). Pela primeira vez, o país terá representantes em duas finais na mesma edição dos Jogos Olímpicos.

Depois de Bia Ferreira garantir vaga na decisão do peso leve feminino mais cedo, o também baiano Hebert Conceição se classificou à final no peso médio masculino (até 75kg) ao derrotar o russo Gleb Bakshi, atual campeão mundial, por decisão dividida (4:1) nas semifinais da categoria na Olimpíada de Tóquio 2020.

O desempenho supera Londres 2012, quando o Brasil também teve três medalhas, mas foi a apenas uma final, com o peso médio Esquiva Falcão. Na Rio 2016, a seleção também fez uma final com o peso leve Robson Conceição. Em Tóquio 2020, além das finais de Bia e Hebert, houve a medalha de bronze do peso pesado Abner Teixeira.

Hebert Conceição vai enfrentar o ucraniano Oleksandr Khyzniak na final, marcada para a madrugada de sexta-feira para sábado (07) às 2h45 (horário de Brasília).

“Estou muito feliz com minha classificação pra final, com meu desempenho. É pouco tempo pra poder pensar e descansar. É só tirar o peso, aproveitar um pouquinho com a família, com os amigos, responder algumas mensagens, mas voltar logo para o foco, porque o ouro nunca esteve tão próximo, e agora é hora de abraçar essa oportunidade, fazer meu máximo, deixar toda minha energia dentro do ringue para poder buscar mais uma medalha de ouro para o Brasil”, disse Conceição após a luta.

Bakshi tomou a iniciativa do combate. No centro do ringue, o russo era cirúrgico em seus ataques, combinando golpes na linha de cintura e na cabeça enquanto mantinha a distância. Hebert tinha dificuldade para acertar o campeão mundial, então apelou para o clinche em alguns momentos. Desta forma, foi cansando o adversário e ficando mais confortável. Sua esquiva funcionou, e ele acertou os cruzados mais duros. Quatro dos cinco juízes pontuaram o assalto a favor do brasileiro.

tags: Olimpíada

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