Terça-feira, 29 de setembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
19°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Colunistas Lula, condenado a 25 anos de prisão segue solto. Queiroz, apenas respondendo a processo, vai preso

Compartilhe esta notícia:

Mesmo condenado a penas de prisão de mais de 25 anos, Lula segue solto por decisão do STF. (Foto Reprodução/Vídeo)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O caso Queiroz, como vem sendo conhecido, apenas revela o vergonhoso ativismo judicial destinado a atingir ao presidente Jair Bolsonaro, pela via de um ex-assessor parlamentar do hoje senador Flavio Bolsonaro, através de um processo interminável.

Ontem, mais um capítulo. O ministro Felix Fischer, do STJ, determinou a revogação da liminar concedida pelo presidente do STJ, João Otávio Noronha, durante o plantão do Judiciário, que mandou Queiroz para a prisão domiciliar. Fabrício, ex-assessor do então deputado estadual Flavio Bolsonaro, é acusado de gerir recursos recolhidos de funcionários do gabinete parlamentar, mas na verdade o processo vem sendo usado como meio de fustigar o presidente Jair Bolsonaro. A principal diferença no modo como alguns ministros dos tribunais superiores expressam esse ativismo judicial, está no fato de que Fabrício e sua esposa, que apenas respondem a um processo, sem qualquer sentença condenatória até aqui, foram presos. Enquanto que Lula, condenado a mais de 25 anos de prisão em regime fechado, segue solto.

Recordando: Lula condenado e livre

A diferença: além dos oito anos, dez meses e vinte dias de prisão da condenação no STJ no processo do triplex do Guarujá, Lula, posto em em liberdade e sem tornozeleira, foi sentenciado também no caso do sítio de Atibaia. Os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o Tribunal da Lava-Jato, em maio deste ano, mantiveram a sentença proferida pela corte em novembro do ano passado, de 17 anos e um mês de prisão, em regime fechado. É a pena mais pesada imposta pela Lava-Jato ao petista. Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do sítio de Atibaia.

Cherini reage ao veto das mídias

Coordenador da bancada gaúcha em Brasília, o deputado federal Giovani Cherini (PL-RS), que após defender o Kit Covid-19 para tratamento precoce mediante orientação médica foi vetado por algumas mídias, reagiu ontem ao noticiário endeusando a nova descoberta de imunizante a partir do soro de equinos: “a ‘poderosa’ falar em soro de cavalo para Covid pode. Se eu falar e defender o uso do remédio ‘do presidente’ para o tratamento precoce, sou penalizado ou banido nas redes…”

Doria, Leite e Flavio Dino sofrem derrota ao propor nota contra Jair Bolsonaro

Um grupo de governadores, liderados por Eduardo Leite (PSDB-RS), Flavio Dino (PCdoB) e João Doria (PSDB-SP) tentaram mobilizar seus colegas para que subscrevessem uma nota de resposta ao presidente Jair Bolsonaro, que divulgou um documento denominado “Top 5” apontando governos e prefeituras que teriam falhado na gestão do combate ao coronavírus. O documento vincula essas supostas falhas de governadores e prefeitos, ao índice de 100 mil mortes por Covid-19 alcançados no último sábado. A mobilização iniciada no grupo de WhatsApp dos governadores não conseguiu mobilizar a maioria deles. Apenas 12 governadores se mostraram dispostos a assinar a nota. Para o tiro não sair pela culatra, os governadores desistiram da nota que iria rebater Jair Bolsonaro. A resistência da maioria mostrou uma mudança de cenário na relação da maioria dos governadores brasileiros com o presidente Jair Bolsonaro.

STF nega nova tentativa do PDT em interferir no Executivo

O PDT quer governar usando o atalho do Judiciário. Porém, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, negou ontem pedido do PDT em ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) para afastamento temporário do ministro da Economia, Paulo Guedes. O partido alegava supostas fraudes em fundos de pensão por meio da gestora da qual ele era sócio antes de assumir o cargo no governo. O PDT já obtivera êxito no STF em pedido anterior, no Mandado de Segurança (MS) 37097, que em abril, contestou o decreto de 27/4 do presidente da República, Jair Bolsonaro, que nomeou o delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Policia Federal.

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Colunistas

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Maitê Proença revela que teve coronavírus, mas que na ocasião não podia contar para ninguém
Acidente resulta em duas mortes no km 339 da BR 386, em Lajeado
Pode te interessar