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Colunistas Lula, condenado a 25 anos de prisão segue solto. Queiroz, apenas respondendo a processo, vai preso

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Mesmo condenado a penas de prisão de mais de 25 anos, Lula segue solto por decisão do STF. (Foto Reprodução/Vídeo)

O caso Queiroz, como vem sendo conhecido, apenas revela o vergonhoso ativismo judicial destinado a atingir ao presidente Jair Bolsonaro, pela via de um ex-assessor parlamentar do hoje senador Flavio Bolsonaro, através de um processo interminável.

Ontem, mais um capítulo. O ministro Felix Fischer, do STJ, determinou a revogação da liminar concedida pelo presidente do STJ, João Otávio Noronha, durante o plantão do Judiciário, que mandou Queiroz para a prisão domiciliar. Fabrício, ex-assessor do então deputado estadual Flavio Bolsonaro, é acusado de gerir recursos recolhidos de funcionários do gabinete parlamentar, mas na verdade o processo vem sendo usado como meio de fustigar o presidente Jair Bolsonaro. A principal diferença no modo como alguns ministros dos tribunais superiores expressam esse ativismo judicial, está no fato de que Fabrício e sua esposa, que apenas respondem a um processo, sem qualquer sentença condenatória até aqui, foram presos. Enquanto que Lula, condenado a mais de 25 anos de prisão em regime fechado, segue solto.

Recordando: Lula condenado e livre

A diferença: além dos oito anos, dez meses e vinte dias de prisão da condenação no STJ no processo do triplex do Guarujá, Lula, posto em em liberdade e sem tornozeleira, foi sentenciado também no caso do sítio de Atibaia. Os desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o Tribunal da Lava-Jato, em maio deste ano, mantiveram a sentença proferida pela corte em novembro do ano passado, de 17 anos e um mês de prisão, em regime fechado. É a pena mais pesada imposta pela Lava-Jato ao petista. Lula foi condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do sítio de Atibaia.

Cherini reage ao veto das mídias

Coordenador da bancada gaúcha em Brasília, o deputado federal Giovani Cherini (PL-RS), que após defender o Kit Covid-19 para tratamento precoce mediante orientação médica foi vetado por algumas mídias, reagiu ontem ao noticiário endeusando a nova descoberta de imunizante a partir do soro de equinos: “a ‘poderosa’ falar em soro de cavalo para Covid pode. Se eu falar e defender o uso do remédio ‘do presidente’ para o tratamento precoce, sou penalizado ou banido nas redes…”

Doria, Leite e Flavio Dino sofrem derrota ao propor nota contra Jair Bolsonaro

Um grupo de governadores, liderados por Eduardo Leite (PSDB-RS), Flavio Dino (PCdoB) e João Doria (PSDB-SP) tentaram mobilizar seus colegas para que subscrevessem uma nota de resposta ao presidente Jair Bolsonaro, que divulgou um documento denominado “Top 5” apontando governos e prefeituras que teriam falhado na gestão do combate ao coronavírus. O documento vincula essas supostas falhas de governadores e prefeitos, ao índice de 100 mil mortes por Covid-19 alcançados no último sábado. A mobilização iniciada no grupo de WhatsApp dos governadores não conseguiu mobilizar a maioria deles. Apenas 12 governadores se mostraram dispostos a assinar a nota. Para o tiro não sair pela culatra, os governadores desistiram da nota que iria rebater Jair Bolsonaro. A resistência da maioria mostrou uma mudança de cenário na relação da maioria dos governadores brasileiros com o presidente Jair Bolsonaro.

STF nega nova tentativa do PDT em interferir no Executivo

O PDT quer governar usando o atalho do Judiciário. Porém, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, negou ontem pedido do PDT em ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) para afastamento temporário do ministro da Economia, Paulo Guedes. O partido alegava supostas fraudes em fundos de pensão por meio da gestora da qual ele era sócio antes de assumir o cargo no governo. O PDT já obtivera êxito no STF em pedido anterior, no Mandado de Segurança (MS) 37097, que em abril, contestou o decreto de 27/4 do presidente da República, Jair Bolsonaro, que nomeou o delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Policia Federal.

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