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Ciência Nasa lança missão preparatória para futura estação na Lua

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Nasa completou contagem regressiva de teste para foguete que deverá levar astronautas à Lua pela primeira vez desde 1972.

Foto: Reprodução
Nasa completou contagem regressiva de teste para foguete que deverá levar astronautas à Lua pela primeira vez desde 1972. (Foto: Reprodução)

O satélite pioneiro, que tem o tamanho de um forno de micro-ondas e pesa 25 quilos, foi lançado com um foguete Electron, da companhia Rocket Lab, que faz sua primeira missão além da órbita baixa da Terra.

O Capstone viaja a bordo da plataforma Photon, também da Rocket Lab, e deve alcançar a órbita da Lua no próximo dia 13 de novembro, após uma viagem de quatro meses e meio.

Com custo de US$ 30 milhões, a missão tem como objetivo estudar a dinâmica da chamada região “cislunar”, ou seja, entre a Terra e seu satélite natural. Esse ponto de estabilidade orbital faria com que a Lunar Gateway jamais viajasse pela parte oculta da Lua, evitando a interrupção da comunicação com a Terra.

A futura estação espacial lunar terá como principal meta dar suporte ao programa Artemis, que planeja estabelecer uma presença humana de longo prazo no satélite natural, tendo em vista a exploração do espaço profundo, principalmente Marte.

Tentativas

Na primeira quinzena de junho, em sua quarta tentativa, o que a Nasa completou uma contagem regressiva de teste para o foguete que levará astronautas à Lua. Mas técnicos da agência disseram que era muito cedo para saber se o ensaio seria suficiente para dar o aval para o foguete, o Sistema de Lançamento Espacial, lançar a cápsula Orion em um voo de teste ao redor da Lua, sem astronautas a bordo.

Mesmo se o ensaio de contagem regressiva tivesse corrido perfeitamente, essa missão, a Artemis 1, provavelmente não decolaria antes do final de agosto. Esse voo será o ponto de partida para os Estados Unidos levarem astronautas de volta à superfície lunar mais de meio século depois da missão Apollo 17.

Em cima de uma plataforma de lançamento no Kennedy Space Center, na Flórida, os tanques de propelente do foguete foram totalmente preenchidos pela primeira vez com 890 mil litros de oxigênio líquido e 2 milhões e 400 mil litros de hidrogênio líquido. Problemas que tinham ocorrido durante três tentativas anteriores em abril foram resolvidos.

Mas surgiu um problema novo: vazamento de hidrogênio em um conector de combustível. Ao aquecer e resfriar o conector, os engenheiros esperavam que a vedação se deslocasse o suficiente para interromper o vazamento. Mas não funcionou.

Durante um lançamento de verdade, esse problema teria sido o fim da contagem regressiva para o foguete de 98 metros de altura.

Mas o exercício de 20 de junho foi o que a Nasa chama de ensaio molhado – molhado por causa do fluxo de combustível de verdade nos tanques – concebido para resolver falhas e procedimentos sem a agitação dos motores acesos e do foguete subindo para o espaço.
Blackwell-Thompson aprovou os planos e a contagem regressiva continuou até que, como esperado, terminou restando 29 segundos. O oxigênio líquido e o hidrogênio líquido então foram drenados do foguete.

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