Sexta-feira, 18 de Setembro de 2020

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Brasil O Brasil registra 101 mil mortes por coronavírus e mais de 3 milhões pessoas infectadas

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São 3.278.918 casos recuperados. (Foto: Reprodução)

Após encerrar a oitava semana consecutiva com média móvel acima dos 30 mil casos e mil mortes por dia, o Brasil iniciou a 33ª semana epidemiológica com novos 23.010 infectados e 572 óbitos pela Covid-19.

A queda é tipicamente vista durante fins de semana e feriados, mas não apresenta diferença expressiva ao comparar os números com os registros dos domingos anteriores, indicando que o avanço da pandemia no País continua. No acumulado até o domingo (9), o novo coronavírus matou 101.049 brasileiros e infectou 3.035.422.

Estado com um quarto das mortes por coronavírus do País, São Paulo chegou aos 25.114 óbitos e tem 627.126 casos, mais de 3 vezes o acumulado de casos do estado em segundo lugar nos números absolutos de infecção. A Bahia registra 193.029 casos e tem 3.953 fatalidades. Apesar de seguir logo atrás de SP em positivos para o vírus, o CE tem menos mortes que o Rio de Janeiro, com 14.080 perdas, e o Ceará (7.954).

Com mais de três mil mortes pela Covid há ainda: Pernambuco (6.941), Pará (5.885), Minas Gerais (3.537), Amazonas (3.359) e Maranhão (3.169). Juntos, esses nove estados somam 73.992 perdas, o que representa 73,2% das mortes do país.

Somente seis estados acumulam menos que mil mortes. Tocantins (451), Mato Grosso do Sul (509), Roraima (547), Acre (561), Amapá (602) e Rondônia (943). Com acumulado de mil a três mil óbitos estão: Espírito Santo (2.735), Rio Grande do Sul (2.360), Paraná (2.345), Mato Grosso (2.090), Goiás (2.020), Paraíba (2.000), Rio Grande do Norte (1.972), Distrito Federal (1.731), Alagoas (1.677), Sergipe (1.589), Piauí (1.480) e Santa Catarina (1.445).

Rio de Janeiro

Com mais 326 notificações de Covid-19 no domingo (9), o estado do Rio de Janeiro chegou a 178.850 casos da doença. Segundo o último boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES), foram contabilizados também dez óbitos, elevando o total de mortes pela doença no estado a 14.080. Há ainda 992 óbitos em investigação e 331 foram descartados. No total, 159.372 pacientes se recuperaram da Covid-19.

A capital lidera o número de casos, com 74.421 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Em seguida estão Niterói (9.380) e São Gonçalo (9.298), ambos na Região Metropolitana, depois Duque de Caxias (6.587), na Baixada Fluminense, Macaé (6.159), no Norte Fluminense, e Nova Iguaçu (4.443), na Baixada.

O número de mortos também é muito superior na capital do que nos demais municípios, com 8.612 registros. Em segundo lugar está São Gonçalo (601), em terceiro Duque de Caxias (593), depois Nova Iguaçu (454) e em quinto São João de Meriti (335), também na Baixada Fluminense.

Indígenas

O governo do Brasil tem garantido assistência aos mais de 750 mil indígenas brasileiros aldeados durante a pandemia da Covid-19. O Ministério da Saúde, por meio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), reforçou o atendimento desde o início do ano, antes mesmo do decreto de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Dessa forma, foram realizadas ações de informação, prevenção e combate ao coronavírus, orientando comunidades indígenas, gestores e colaboradores em todo o Brasil. São mais de 6 mil aldeias de 305 etnias espalhadas pelo país.

Até o momento, cerca de 1 milhão de itens entre Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), insumos e medicamentos foram enviados aos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Foram distribuídos máscaras cirúrgicas e N95, luvas, aventais de proteção, toucas, frascos de álcool em gel, e testes rápidos para Covid-19. Para que a entrega fosse possível, o Ministério da Saúde já investiu mais de R$ 70 milhões em ações específicas para o enfrentamento da Covid-19, incluindo compras realizadas pelos DSEI.

A SESAI conta com 14,2 mil profissionais, sendo 60% indígenas, integrando cerca de 800 Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena. As ações durante a pandemia incluem reforço médico em todos os 34 DSEI, um investimento de R$ 1,1 milhão em pesquisas com foco no enfrentamento da Covid-19 entre a população indígena e a distribuição de medicamentos e insumos médicos.

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