Sexta-feira, 24 de abril de 2026

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Cláudio Humberto Orçamento 2023 ficará com o centrão e o governo

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(Foto: Divulgação)

A Comissão Mista de Orçamento (CMO), do Congresso Nacional, definiu nesta quarta-feira (1º) os cargos da mesa diretora da comissão, que se juntam ao deputado Celso Sabino (União-PA), eleito presidente em maio. Mas a articulação garantiu o cargo mais importante, de relator, para o senador Marcos do Val (Podemos-ES). O Planalto o tem como uma incógnita: apoia o governo Bolsonaro, mas é considerado independente.

Foi, mas não foi

Em maio, o ex-ministro da Saúde de Dilma Marcelo Castro (MDB-PI) tinha certeza de que seria o relator do Orçamento de 2023. Perdeu.

Cargo demais

Castro ficou de fora da CMO em razão do “conjunto da obra”: deixou o Ministério da Saúde para votar contra o impeachment de Dilma.

Encrenca
Filho da senadora Kátia Abreu (PP-TO), amiga de Dilma, o senador Irajá (PSD-TO) será o primeiro vice-presidente. Tem potencial de encrenca.

Menos importante
A segunda e terceira vice-presidências da CMO foram entregues a dois parlamentares do PT. Se o governo bobear, dança.

Caça a fake news faz lembrar ‘Ministério da Verdade’

A mais recente ameaça do ministro Alexandre de Moraes, de “cassar” a candidatura de políticos que se utilizem de supostas “fake news”, claramente endereçada ao presidente da República, já levou políticos no Congresso a estabelecerem relação do comportamento do vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral com o assustador “Ministério da Verdade”, descrito por George Orwell em seu premonitório livro “1984”.

O dono da verdade

A principal crítica às ameaças de Moraes decorre da dúvida sobre quem ou o que definirá o que é “fake” ou falso em uma campanha eleitoral.

Mentira de político

Lula mentiu a uma rádio dizendo que Alckmin foi contra o impeachment de Dilma. A fake news “cassaria” ou a ameaça não vale para o petista?

Falso brilhante

O clássico de Orwell relata um mundo totalitário que controla o cidadão e cujo “Ministério da Verdade” está longe da função de divulgar a verdade.

Lorotas na Câmara

Um dos gerentinhos que mandam na Petrobras, definindo inclusive sua política de preços e lucros sem limites, contou lorotas na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, ontem. Deixou deputados abismados com a afirmação de que a Petrobras “mantém equilíbrio nos preços”.

Mãos limpas

O partido Novo devolveu de R$ 87,7 milhões que lhe foram destinados pelo indecoroso Fundão Eleitoral. É mais dinheiro que a previsão de gastos da Polícia Federal com segurança dos candidatos a presidente.

TSE camarada

A poucos dias do primeiro turno, em setembro de 2018, o TSE autorizou a coligação do PT a manter o nome do então presidiário Lula no material de campanha: “Haddad é Lula”, com tipologia maior que o nome da vice.

Plus a mais

O Auxílio Brasil tem um benefício que premia com parcela única de R$1 mil e mais doze de R$ 100 estudantes de famílias do programa que se destaquem em competições acadêmicas e científicas nacionais.

Terceira via genérica

No jingle do ato de pré-candidatura do União Brasil coube tudo: rima (Luciano) Bivar com engrenar, fala-se de evitar esquerda e direita e tenta até explicar o imposto único.

Epidemia política

Nos EUA, a expressão “Ministério da Verdade” estava em alta desde que Joe Biden criou um “Conselho de Governança da Desinformação”, após o anúncio da compra do Twitter por Elon Musk. Mas pegou mal e recuou.

Mentir é humano

“Monopólio da verdade” não combina com liberdade para o cientista político Ismael Almeida, que vê fake news como fofoca ou boato. “São práticas existentes desde os primórdios da comunicação humana”, diz.

Política longe

Temas políticos não entraram no Top 5 dos assuntos mais procurados na internet no Brasil, durante toda a última semana, segundo a ferramenta Google Trends, que avalia quais assuntos estão “bombando” online.

Pensando bem…

… pesquisa é como bola na trave, serve principalmente para dar emoção.

PODER SEM PUDOR

Prêmio a um incansável

Reali Jr. e Giba Um eram jovens repórteres quando testemunharam um dos casos mais curiosos da política paulista. O governador Adhemar de Barros oferecia mais uma das suas sextas-feiras dançantes no Palácio dos Campos Elíseos, em black-tie, quando um sujeito mal vestido enganou a segurança, entrou na festa e suplicou: “Doutor Adhemar, me ajude: tenho dez filhos e estou desempregado.” O governador se impressionou: “Dez filhos?” O homem confirmou. Adhemar chamou o chefe da casa Civil, Artur Audrá, e ordenou, com o habitual bom humor: “Arrume um emprego para ele. Será o reprodutor oficial do Estado!”

Com André Brito e Tiago Vasconcelos

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