Quinta-feira, 13 de Maio de 2021

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Cláudio Humberto Pará responde por quase 50% do desmatamento

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Foto: Reprodução

Pará, do governador Hélder Barbalho (MDB), registrou quase 5,2 mil quilômetros quadrados em área desmatada, 47% de todo desmatamento (11,1 mil km2) na Amazônia Legal, em 2020. A taxa de desmatamento no Pará quase dobrou em dois anos, que coincidiu com a eleição de Barbalho: foram desmatados 2,7 mil quilômetros quadrados em 2018 e 5,2 mil, em 2020. Os dados são do Prodes, o Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite do Inpe.

Sem concorrência
O Mato Grosso, que historicamente rivaliza com o Pará, teve 1,7 mil quilômetros quadrados desmatados em 2020, menos da metade.

Níveis estáveis

Tanto Mato Grosso, quanto Amazonas, Rondônia e Acre mantiveram a taxa de desmatamento entre 2019 e 2020.

No Pará só cresce

No Pará, a taxa de área desmatada disparou mais de 52% entre 2018 e 2019 e mais 25% entre 2019 e 2020.

O maior responsável

Sem o crescimento do desmatamento no Pará, o resultado para a Amazônia seria melhor em 2020 do que foi em 2018.

Bolsonaro escolhe mal e perde na comunicação

Sem assessor de imprensa que respeite e após escolhas desastrosas para a Secretaria de Comunicação Social, a começar por um general que não conhecia a expressão “briefing”, depois substituído pelo inacreditável Fabio Wajngarten, a chegada do hábil almirante Flávio Rocha reanimou aliados e a área de publicidade do governo. Rocha foi escolhido para chefiar a Secom, que há 28 meses joga bolas nas costas do presidente.

Comando amador

Os profissionais da área no governo contam que, antes de Flávio Rocha, as decisões eram anedóticas, e prejudicavam o próprio presidente.

Ninguém merece

Talentos diplomáticos do almirante encantaram o ministro Fabio Faria (Comunicações), que o indicou. Mas as intrigas palacianas o derrubaram.

Ingerência

Críticos atribuem à ingerência dos filhos do presidente percalços na área de comunicação. E para isso não há solução: é questão de confiança.

Já se sabe como termina

Como diz o comentarista Milton Neves sobre placar previsível no futebol, a CPI da Pandemia nem precisava ter: será um libelo contra Bolsonaro e dirá que governadores e prefeitos, uns anjos, fizeram o que puderam.

Potencial destruidor

A rigor, o presidente Bolsonaro corre mais risco de desestabilização com o orçamento Frankenstein aprovado na Câmara do que com as obviedades requentadas pela CPI da Pandemia no Senado.

Candidato a 2ª dose

O ex-presidente Michel Temer ri de sua “candidatura a presidente” em 2022. Ele gosta de ser citado assim, ainda que seja fake news, mas diz: “Sou candidato apenas à segunda dose da vacina AstraZeneca”.

De volta ao muro

O líder do PSDB na Câmara, Rodrigo de Castro (SP), aproveitou a anulação das condenações de Lula no STF para destacar o papel dos partidos de centro, como o seu, em torno de uma candidatura viável.

Tragédia econômica

Presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alfredo Cotait Neto criticou lockdown e disse que comerciantes não aguentam mais. “Se tudo continuar fechado, não haverá mais como retomar o varejo”, explicou.

Proporção
Levantamento do Diário do Poder, com dados dos cartórios de registro civil, indica que pessoas com mais de 60 anos representam 74,5% das mortes por Covid, desde o início da pandemia no Brasil. O grupo mais atingido são homens entre 70 e 79 anos: 52,1 mil mortes (14,6%).

Banditismo nas redes

Ativistas nas redes sociais nos Estados Unidos estão chamando de “liberação material” o saque e roubo de lojas durante protestos de rua. E têm a cara de pau de defender que esses atos “não podem ser filmados”.

A culpa é do vírus

A Romênia foi o 24º país a registrar ao menos um milhão de casos de covid. Outro ranking, mais preocupante, mostra que a França se tornou esta semana, o 8º país a superar 100 mil mortes devido ao coronavírus.

Pensando bem…

…da cadeia à presidência não é conto de fadas, é história de terror.

PODER SEM PUDOR
Na Palma

Coreaú, no interior do Ceará, é terra de gente valente. O vereador Zé Galvão amarrava a carga de um caminhão, quando um desafeto político chegou de revólver na mão. “Desce daí pra morrer, Zé Galvão.” E Galvão respondeu, na maior calma: “Diabo de revolver é esse teu que a bala num bota aqui em cima?”
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Com informações de André Brito e Tiago Vasconcelos

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