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Geral Pelo sexto mês consecutivo, a taxa de desemprego em Porto Alegre e na Região Metropolitana teve alta e, em agosto, chegou a 9,7%

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A quantidade de pessoas desocupadas cresceu 22% em relação ao período de outubro a dezembro (Foto: Fernando Donasci/Folhapress)

A taxa de desemprego em Porto Alegre e na Região Metropolitana da capital gaúcha teve alta pelo sexto mês consecutivo – passou de 9,4%, em julho, para 9,7%, em agosto. O número total de desempregados no período foi estimado em 184 mil pessoas, cinco mil indivíduos a mais em relação ao mês anterior. Dessa forma, cresceu em 2,2% o número de postos de trabalho no comércio, o que representa um incremento de sete mil vagas. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego na Região Metropolitana de Porto Alegre, divulgada na manhã dessa quarta-feira pela FGTAS (Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social).

Em janeiro, o índice era de 5,8%. As projeções não indicam que haverá reversão desse cenário nos próximos 12 meses.
“Historicamente, o desemprego é maior entre jovens de 16 a 24 anos em comparação com as demais faixas etárias devido à pouca experiência profissional, que dificulta a inserção no mercado de trabalho. Em agosto, 37,1% dos profissionais em situação de desemprego encontravam-se nessa faixa etária”, conforme explica o diretor-presidente da FGTAS, Juarez Santinon.

Ainda de acordo com a pesquisa, o nível ocupacional foi estimado em 1.713.000 indivíduos. No período, foi registrada diminuição de 3,2% do nível ocupacional na indústria de transformação, que representa menos nove mil postos de trabalho; e de 1,5% nos serviços, que equivale a menos 15 mil vagas. Segundo a posição na ocupação, o setor privado manteve-se estável no assalariamento com e sem carteira assinada e foi registrado aumento de 1,1% (dois mil postos) no número de ocupados nas demais posições, que inclui empregadores, donos de negócio familiar, trabalhadores familiares sem remuneração e profissionais liberais.

Autônomos

Em contrapartida, houve redução de 1,7% do contingente de autônomos, que representa menos quatro mil postos, e de 5,1% dos empregados domésticos, que equivale a menos cinco mil vagas. “A economia está em um momento de recessão e a renda das famílias está diminuindo, devido ao fato de os salários não acompanharem o aumento da inflação. Isso faz com que as famílias e as empresas abram mão de alguns serviços prestados, por exemplo, pelos empregados domésticos e os autônomos, como consultorias e assessorias”, esclarece a coordenadora da pesquisa na FGTAS, Michele Bohnert.

Em julho, os rendimentos médios foram estimados em 1.852 reais para os trabalhadores ocupados; 1.822 reais para os assalariados. E, para os autônomos, 1.686 reais. (Jaíne Martins/FGTAS)

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