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Rio Grande do Sul Percentual de famílias endividadas no Rio Grande do Sul sobe 16 pontos em um ano

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Apesar do aumento, percentual de inadimplentes apresentou leve queda em agosto

Foto: Divulgação

O percentual de famílias endividadas no Rio Grande do Sul subiu quase 16 pontos percentuais em um ano. É o que revela a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência dos Consumidores Gaúchos, divulgada pela Fecomércio-RS nesta quarta-feira (14), e que registrou um percentual de famílias endividadas de 95,2% no mês de agosto. Na edição de agosto do ano passado, esse percentual era de 79,3% e em julho passado de 94,3%.

A alta é resultado do aumento do percentual de famílias endividadas com mais renda (de 86,4% em julho 2022 para 90,9% em agosto 2022). Já para a baixa de renda continua elevado (96,4%), mas permaneceu estável com relação ao mês anterior.

Em relação ao mesmo período do ano passado, ambos os grupos aumentaram significativamente. A média da parcela da renda comprometida com dívidas foi de 20,9% e teve leva alta frente a agosto de 2021 (20,0%), mas permaneceu estável na margem (20,7%) e bem abaixo da média histórica de 28,3%.

Conforme o levantamento da federação, o comprometimento da renda com o pagamento de dívidas é mais significativo entre as famílias de menores rendimento (22,2% nas famílias com renda até 10 salários mínimos de 15,5% nas famílias com renda superior à 10 salários mínimos).

Apesar do novo aumento do percentual de famílias endividadas, a pesquisa trouxe um percentual de contas em atraso de 39,4%, nesta edição, o que mostra uma queda na comparação mensal, interrompendo uma série de 14 altas marginais consecutivas para o indicador de contas em atrás.

Contudo, o percentual segue muito acima da média histórica (27,7%). O tempo de pagamento de contas em atraso foi, em média, de 40,1 dias – tempo muito semelhante entre as faixas de renda.

De acordo com a pesquisa, não terão condições de pagar nenhuma das suas dívidas em atraso 2,5% do total de entrevistados. Esse percentual é bastante baixo na comparação histórica e ocorre em 3,7% dos casos nas famílias que ganham atém 10 salários mínimos. Nas famílias que recebem mais de 10 salários mínimos de renda mensal, o percentual é de 0,0%.

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Jorge Tavares
14 de setembro de 2022 17:49

Discutem, os letrados, ideologia, pesquisas, tal e tal dos candidatos. O humano comum, alijado de maior compreensão vai decidir pela economia, pelos “pila”. A vida tá cara ou não? O dinheiro tá faltando. Pronto. O resto é só o resto.

Adroaldo Mousquer
14 de setembro de 2022 20:09

Culpa do Lula?

Lucas Freitas
15 de setembro de 2022 12:55

Então, isso é ruim? Depende.
Pois se alguém mora de aluguel não tem dívidas. Aí compra um apartamento, e passa a ser endividado. A situação da pessoa piorou ou melhorou?

Fernando Krause
15 de setembro de 2022 14:34

“Fiquem em casa que a economia a gente vê depois…” afirmaram prefeitos e governadores ditadores, que eram sustentados pelo trabalhador impedido de prover o sustento de sua família enquanto tais gestores públicos ficavam em casa ou em seus palácios comendo e bebendo às custas do pagador de impostos.

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