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Polícia Policial civil é morto a tiros durante operação contra o tráfico de drogas em Butiá

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A vítima era natural de Brasília e atuava na Polícia Civil gaúcha desde maio de 2023

Foto: Polícia Civil/Divulgação
O suspeito foi preso pela Polícia Civil na sua casa na Capital gaúcha. (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

O escrivão da Polícia Civil Daniel Abreu Mendes, de 40 anos, foi morto a tiros, na manhã desta terça-feira (21), durante uma operação contra o tráfico de drogas em Butiá, na Região Carbonífera do Rio Grande do Sul.

Ele foi atingido por disparos de pistola quando cumpria uma ordem judicial na casa de uma mulher. Os tiros foram efetuados por um adolescente de 17 anos, que seria companheiro da criminosa que era alvo da operação. A mulher foi presa, e o atirador, apreendido.

Os tiros atingiram a lateral do colete à prova de balas e o pescoço da vítima, que era natural de Brasília e atuava na Polícia Civil gaúcha desde maio de 2023.

A corporação divulgou uma nota lamentando a morte do agente. “Com profundo pesar, a Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul comunica o falecimento do escrivão de Polícia Daniel Abreu Mendes, 40 anos, ocorrido na manhã desta terça-feira (21), na cidade de Butiá. O policial civil faleceu durante uma ação policial, quando foi alvejado por disparo de arma de fogo, vindo a óbito. Nesse momento de grande tristeza para toda a Polícia Civil, o chefe de Polícia, delegado Fernando Antônio Sodré de Oliveira, e todos policiais civis solidarizam-se com os familiares, amigos e colegas, rogando a Deus que conforte a todos neste momento de infinita dor. Ao escrivão Daniel, fica o nosso reconhecimento pela sua dedicação à Polícia Civil do RS”, diz o texto.

Governador

O governador Eduardo Leite também lamentou o assassinato do policial. “Com profunda tristeza, iniciamos a manhã com a notícia de que o escrivão de Polícia Daniel Abreu Mendes, 40 anos, foi morto no município de Butiá. Durante um cumprimento de mandado de busca e apreensão por tráfico, ele foi recebido a tiros por criminosos, acabou baleado e não resistiu. Duas pessoas foram presas e autuadas em flagrante pelo homicídio. Daniel é um herói que perdemos cumprindo seu juramento de proteger a sociedade mesmo com o risco da própria vida. Toda nossa solidariedade à família de Daniel e aos colegas da Polícia Civil”, afirmou o chefe do Executivo.

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10 Comentários
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Adalberto Meneguzzi
21 de janeiro de 2025 12:42

Mas o ministro da justiça determinou que o policial só atire depois de morto!
E, imagine, se o policial, mesmo depois de abatido, consegue atirar num “di menor”!
É bem provável que o defunto vá preso, e não para o cemitério!
Esse país já era!

Paulo Jesus Corrêa
21 de janeiro de 2025 12:35

Se chegasse com mais cautela e arma em punho, certamente teria mais chance de sobreviver!

Edson Arcanjo
21 de janeiro de 2025 18:25

Querem tirar armas dos agentes penitenciários..
Alegando que são minoria,
E numa rebelião, os apenados pegariam as armas e matariam os agentes.

Fernando Krause
21 de janeiro de 2025 13:42

O lulopetismo está mudando as regras até na abordagem, expondo a autoridade policial e protegendo os bandidos.
Praga diabólica comunista!

Glaucio Dos Santos Brum
21 de janeiro de 2025 14:19

Quanto ao fato, pouco sabemos em relação à abordagem, à técnica usada corretamente ou não, e os pormenores que resultaram na morte de mais homem que deu a vida pela lei. Mas há a certeza de que as leis, brandas e ineficientes, encorajam muito a ação dos bandidos. Já passa da hora do nosso legislativo, inerte ao que realmente é necessário, rever artigos sobre maioridade penal, rigor das penas e até a própria constituição. A previsão de uma pena de morte, por exemplo, faria com que delinquentes pensassem duas vezes antes de agir ou reagir contra a vida das pessoas… Leia mais »

Sergio HD
21 de janeiro de 2025 15:10

A sementinha do mal com antecedentes criminais inclusive por homicídio estava em liberdade junto com a traficante por que ?

Denise Goulart de Munhós
21 de janeiro de 2025 19:40

Incompetência e má gestão de chefes imediatos e ainda o agravante do modus operandi imposto pelo ministério da justi$a que está retirando o porte de arma dos policiais e agentes de segurança.

Magno Oliveira
22 de janeiro de 2025 00:44

Infelizmente é só mais uma matrícula para o estado, sou policial caso venha morrer em serviço dispenso qualquer palavra de consolação desse governo, pois ele não valoriza seus policiais, arrocha salário, não melhorar condições de trabalho, não combate assédios morais, desvaloriza os policiais mais veterano e ainda vai querer fazer demagogia barato. Assim. Não dá. Vai melhorar suas polícias e chegar de falas bonitas.

Vanessa Machado
22 de janeiro de 2025 12:28

Infelizmente a maior parte dessa culpa é do nosso judiciario, tenho certeza que daqui alguns anos esse adolescente será solto e virá a cometer mais crimes, porém se o policial tivesse executado o criminoso, garanto que muitos orgãos dos direitos humanos cairiam em cima do policial e fazerião um inferno na vida dele e da família

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