Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 20 de dezembro de 2020
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em suas redes sociais que em 6 de janeiro haverá um grande protesto em Washington contra o resultado das eleições presidenciais norte-americanas, que apontou o candidato democrata Joe Biden como vencedor. Na mesma data da manifestação, o Congresso do país se reunirá para aceitar formalmente os resultados da eleição.
Na mesma postagem, o republicano declarou que é “estatisticamente impossível ter perdido a eleição de 2020” e citou um relatório de 36 páginas publicado na quinta-feira (17) pelo conselheiro comercial da Casa Branca, Peter Navarro, no qual são apresentadas supostas irregularidades nas votações presidenciais ocorridas em novembro.
No relatório, Navarro defende que houve padrões de irregularidades eleitorais consistentes em seis estados com o objetivo de “inclinar injustamente o campo de jogo em favor da chapa Biden-Harris”.
A equipe de campanha do presidente americano, Donald Trump entrou com um recurso, neste domingo (20), na Suprema Corte dos Estados Unidos para tentar reverter o resultado desfavorável no Estado da Pensilvânia, nas eleições presidenciais que ocorreram neste ano. O objetivo dos assessores de Trump é de mudar a lei de votação por sistema de correspondência da Pensilvânia e assim tentar reverter a derrota para o seu opositor, o democrata Joe Biden.
Proibição
O secretário-assistente do Departamento de Saúde dos EUA, Dr. Brett Giroir, afirmou, no domingo (20), que não prevê uma proibição rápida dos Estados Unidos às viagens do Reino Unido por causa da nova variante do coronavírus, após decisão anunciada por países europeus, como Alemanha, Holanda, Áustria, Bélgica, Itália, França e Irlanda. “Eu realmente não acredito que precisamos fazer isso ainda”, disse Giroir em entrevista à ABC News. “Ainda não vimos uma única mutação [do vírus] que o fizesse escapar da vacina”, acrescentou.
A recomendação atual do Departamento de Estado dos EUA é de que os viajantes reconsiderem a ida para o Reino Unido, enquanto o Centro de Controle de Doenças do país orienta não ir até o país europeu. As principais autoridades de saúde norte-americanas que aconselham Donald Trump e o próximo governo, de Joe Biden, disseram que o surgimento da mutação provavelmente não mudará a abordagem de combate ao vírus.
Assessores do presidente eleito Joe Biden disseram que sua equipe receberá um briefing sobre a nova variante no início da semana. O conselheiro de saúde pública de Biden, Vivek Murthy, disse que ainda não havia evidências de que “este é um vírus mais mortal para um indivíduo que o adquire”. O Dr. Murthy afirmou à NBC que a tensão “não muda o que fazemos em termos de precauções”, acrescentando que usar máscaras, manter distância física e lavar as mãos “ainda são os pilares da prevenção contra a transmissão”.
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