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Rússia reduz lista de profissões proibidas para mulheres

A lista de profissões proibidas para mulheres passou de 456 vetos para 100. (Foto: Reprodução)

A Rússia anunciou nesta quinta-feira (15) uma nova lista de 100 profissões proibidas para mulheres, o que significa um avanço no país, já que antes tal catálogo contava com 456 vetos.

O documento, publicado hoje no Diário Oficial do país, foi aprovado pelo Ministério de Trabalho e entrará em vigor em 1 de janeiro de 2021.

A nova lista elimina uma das restrições mais famosas, a que impedia mulheres de trabalhar como maquinistas de trens elétricos.

A favor dessa emenda se manifestou em várias ocasiões a empresa estatal de ferrovias russas RZD, que prometeu criar condições dignas para as motoristas dos trens.

A partir de 2021, as mulheres também poderão trabalhar como caminhoneiras e mecânicas de carros.

No entanto, as russas não poderão trabalhar como bombeiras (em equipes de extinção de incêndios), motoristas de escavadeiras, mergulhadoras, mineradoras e realizar uma série de trabalhos relacionados com a extração de petróleo e gás.

Também foram mantidas restrições para os trabalhos físicos e que implicam na manipulações de produtos químicos.

As mulheres também são proibidas de cuidar de alguns animais, como touro de raça, potros e javalis.

O Ministério de Trabalho russo estava há vários anos tentando reformar a lista de profissões proibidas, aprovada na era soviética e que proibia o desempenho de trabalhos “perigosos” para a saúde das mulheres.

Explosão

A morte de cinco cientistas considerados heróis nacionais e a “elite do Centro Nuclear Federal Russo” não foi uma tragédia exatamente inesperada. Parecendo, em um primeiro momento, um teste fracassado de mísseis no Mar Branco da Rússia, a explosão envolveu um pequeno reator nuclear de acordo com um alto funcionário do Instituto no qual os cientistas trabalhavam.

Segundo Vyacheslav Soloviev, diretor científico, o Instituto está trabalhando em fontes de energia de pequena escala que utilizam materiais radioativos para o Ministério da Defesa e usos civis.

A explosão ocorreu no dia 8 de agosto e, inicialmente, o Ministério da Defesa informou que duas pessoas haviam morrido e que o acidente envolveu testes de um motor de mísseis movidos a líquido, sem mencionar o elemento nuclear.

O site da administração local da cidade portuária de Severodvinsk veiculou um comunicado informando um breve aumento na radiação da cidade, mas ele foi removido horas depois. Os militares russos afirmaram que  os níveis eram normais e divulgaram poucos detalhes sobre o incidente.

Especula-se que a arma que estava sendo testada era a SSC-X-9 Skyfall, conhecida como Burevestnik, míssel de cruzeiro movido a energia nuclear e apresentado pelo presidente Vladimir Putin no ano passado.

No início deste mês de agosto, um depósito militar siberiano registrou uma série de explosões massivas, causando a morte de uma pessoa, ferindo 13 e forçando a evacuação de 16,5 mil pessoas de suas casas. Em julho, 14 marinheiros morreram em um incêndio a bordo de um submarino movido a energia nuclear, no Mar de Barents. As autoridades se recusaram a comentar o caso, mas um alto funcionário naval disse, posteriormente, que os homens “deram suas vidas evitando uma catástrofe planetária”.

Mas, o pior desastre naval pós-soviético da Rússia aconteceu em agosto de 2000, também no Mar de Barents, quando 118 tripulantes morreram no submarino nuclear de Kursk, que afundou após uma explosão.

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