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Explosão solar gigantesca pode atingir Terra nos próximos 100 anos

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Novos dados relativos as erupções solares estão sendo analisados por cientistas, que descobriram que existe a possibilidade de que uma gigantesca possa atingir o planeta Terra nos próximos 100 anos, bem como quais os possíveis danos ela causaria. As informações são do portal Tecnmundo.

Existe um tipo de explosão solar chamado de superflares e que realmente, são muito comuns em sistemas cujas estrelas estão em uma idade mais “madura”. O que descobriu-se agora é que esses eventos também podem acontecer com estrelas mais jovens, como é o caso do nosso Sol.

Descoberta incrível

Ao investigar os novos dados, foi possível avaliar com um grau maior de certeza a possibilidade de um superflare ocorrer e mensurar quais seriam os efeitos.

Caso um superflare explodisse do Sol, há uma grande chance de que a Terra esteja em seu caminho e, se isso acontecer, essa erupção poderia interferir na comunicação terrestre, afetar o funcionamento de equipamentos eletrônicos, provocar apagões e até curto-circuito em satélites de comunicação que estivessem em órbita.

Apesar de ser um cenário impressionante, os cientistas ressaltam que é um evento extremamente raro e que acontece de milhares em milhares de anos, mas que também existe uma pequena chance de o planeta passar por um deles nos próximos 100 anos.

Telescópio Kepler

Os dados para essa descoberta vieram do Kepler. O telescópio está no espaço desde 2009 em busca de planetas que estejam circulando estrelas distantes, mas foi exatamente por aqui que ele também foi útil.

De acordo com os pesquisadores responsáveis pela análise dos dados, as labaredas são comuns no Sol e elas até tem um tamanho médio que pode ser considerado como normal. Por outro lado, o que as informações do Kepler esclareceram é que elas também podem chegar a ser milhares de vezes maiores do que se imaginava.

Magnetismo seria chave para detectar matéria escura 

Dois físicos e pesquisadores da Universidade da Califórnia (EUA) apresentaram recentemente um novo concorrente à matéria escura. Além disso, eles apontaram uma possível forma de detectá-la.

O meio científico tem um consenso de que a matéria + energia escura constituam cerca de 80% do universo conhecido. A matéria escura não pode ser percebida de maneira direta, mas sua presença pode ser verificada por sua própria gravidade, que influencia a forma e a distância de galáxias, dentre outros objetos no espaço profundo.

Parte dos físicos que estudam esse componente acreditam que ela é composta de uma partícula ainda não descoberta. Por muito tempo, o Weakly Interacting Massive Particle (WIMP) figurou como forte candidato, porém até hoje não há formas ou experimentos capazes de detectá-los.

John Terning e Christopher Verhaaren, os físicos que apresentaram essa nova teoria, partem da ideia de um “monopolo” magnético escuro associado a um fóton escuro.

A alternativa dos físicos envolve uma forma de eletromagnetismo escuro que incluiria fótons escuros e outros tipos de partículas.

Em tese, os monopolos escuros interagem com fótons e elétrons escuros, da mesma maneira que a teoria prevê que fótons e elétrons interagem com monopolos. E isso indica uma possibilidade de se detectar as chamadas partículas escuras.

Já se sabia que um elétron ao se mover por um monopolo realizando um movimento circular seria afetado por ele e alteraria sua função de onda. Quando ele passa pelo monopolo, termina por ficar um pouco fora de fase ao chegar ao outro lado.

Terning e Verhaaren partem da teoria de que um monopolo escuro poderia ser detectado em razão da forma como ele altera a fase dos elétrons quando eles passam.

De forma simples, um monopolo é uma partícula semelhante a uma das extremidades de um ímã. A teoria quântica aponta para a existência deles, mas ainda não foram observados em nenhum tipo de experimento.

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