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Mais parece aventura

Governador de Goiás, Ronaldo Caiado, é o novo pacificador em Brasília. (Foto: Reprodução/Twitter)

Para empreender no Brasil é preciso suor e sorte. Foi mais uma semana de brigas e conciliações em Brasília, circunstâncias que desestabilizam e evitam que os empresários pisem no acelerador do desenvolvimento.

Até quando continuaremos fazendo a afirmação bem humorada: o Brasil só cresce de noite. De dia o governo atrapalha.

Samba de uma nota só

O Brasil é o país de temas que se repetem. Por exemplo: o déficit público, as reformas da Previdência, tributária e política, as dificuldades impostas para a retomada do crescimento e o aumento do medo e da violência. São problemas que persistem sem soluções.

Alô, alô

O governador Eduardo Leite anda atento. Basta um detentor de mandato eletivo fazer uma crítica, apontada por assessores de redes sociais, que ele telefona para explicar. Às vezes, convence. Em outras, fica no meio do caminho.

Ergueram bandeiras brancas

Mais do que João Doria, é Ronaldo Caiado o governador que tem mais força política no centro do poder. Foi chamado às pressas para apagar o incêndio nas relações entre Jair Bolsonaro e Rodrigo Maia. Um dos argumentos de Caiado: sem a reforma da Previdência, os Estados entrarão em falência com as devidas consequências.

Ficará de prontidão: a distância entre Goiânia e Brasília é de apenas 210 quilômetros.

Vai subindo

No ano passado foi registrada a maior carga tributária desde 2010, quando o Tesouro Nacional iniciou o cálculo. O peso dos tributos sobre a economia alcançou 33,58 por cento do Produto Interno Bruto. Em 2017, conforme a metodologia usada pelo Tesouro, tinha ficado em 32,62 por cento.

O melhorou para os contribuintes?

O poder atrai

Se o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, for eleito presidente do diretório nacional, o MDB cairá de paraquedas no governo Bolsonaro. Lideranças gaúchas resistem, mas acabarão sendo minoria.

Mudaram

Líderes estudantis das décadas de 1960 e 1970 encontraram-se ontem na Assembleia e o assunto da conversa só poderia ser política. Depois de uma hora, veio a conclusão: só tem chance a esquerda que se moderniza e aceita o capitalismo. Acrescentaram: pode não ser o regime ideal, mas não inventaram nada melhor para produzir e dividir a riqueza.

Assaltos do colarinho branco

A 30 de março de 1999, o jornal ABC, de Assunção, publicou editorial. Eis o trecho inicial: “O Paraguai é o país mais corrupto do mundo, depois de Camarões. Só entre 1997 e 1998, foram roubados mais de 6 bilhões de dólares, segundo estimativas da Controladoria Geral da República. Hão de passar gerações até que o país volte a recuperar a perda monumental ocorrida durante o governo do presidente Juan Carlos Wasmosy. Para a máfia da corrupção institucionalizada no Paraguai, não faltam meios econômicos, nem recursos humanos para o crime. Dificilmente, a corrupção poderia ter encontrado uma brecha mais fácil e efetiva, para atingir seus terríveis propósitos.”

Não imaginavam o que viria a ocorrer, anos depois, em um país vizinho.

Dinheiro fora

Brasileiros estão em segundo lugar no ranking de compradores internacionais de imóveis na Flórida. Em 2018, as grandes corretoras informaram que o total chegou a 2 bilhões de dólares. A primeira colocação é dos canadenses.

Volta do medo

A população argentina está temendo a possibilidade de um novo corralito (cercadinho) que foi aplicado no país para evitar evasão de recursos de contas correntes e poupanças em dezembro de 2001. O presidente era Fernando de la Rúa. Não deu certo e ele caiu na sequência. Sem esse recurso, o sistema financeiro da Argentina teria quebrado. Dólares chegavam a sair de avião em direção aos paraísos fiscais.

Não só os dois

Deu no site: “Procuradores suspeitam que Michel Temer e Moreira Franco estavam sob espreita da Lava Jato.”

Mais uma parcela considerável da população brasileira.

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