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Onde querem chegar?

O governo federal não consegue superar obstáculos e fazer a Economia crescer. (Foto: Reprodução)

A economia brasileira iniciou 2019 com encolhimento na indústria, na agropecuária e nos investimentos. O Produto Interno Bruto teve recuo de 0,2 por cento no primeiro trimestre em comparação com os últimos três meses de 2018, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Foi a primeira queda trimestral desde o fim de 2016. Consequência direta de desacertos primários do poder público e da falta de confiança de empresários que se retraem. É um preço demasiadamente alto que a população, sobretudo os milhões de desempregados, não merece pagar.

Com arengas políticas o país não sairá do buraco. Será preciso muito mais.

Sem saída

A dívida pública do Estado do Rio Grande do Sul se aproxima de 75 bilhões de reais sem qualquer sinal de uma rota para diminuí-la. Sai governo, entra governo e o problema não é enfrentado. A expressão economia de guerra causa alergia aos donos do poder. Às futuras gerações será legada uma bomba no colo.

Não adianta sonhar

Com atraso, o governo do Estado rompeu o contrato com a empresa que venceu o edital de licitação, em 2010, para executar a revitalização do Cais Mauá. Passaram-se nove anos e nada fez. O passo seguinte será deixar de lado um projeto pautado pela megalomania. Ao mesmo tempo, a formatação jurídica precisará ser corrigida.

Para começar de novo

O PSDB faz hoje convenção nacional, tentando se recompor. O jornalista Henrique Veltman, por e-mail, enviou a esta coluna: “Aos tucanos surge a miragem de ser uma alternativa de poder fora do eixo da polarização Bolsonaro-Esquerda. Pelo menos, é o pensa o governador João Doria.”

Brigas domésticas

Desacertos no 1º escalão não chegam a se constituir em novidade. A 31 de maio de 1999, o presidente Fernando Henrique Cardoso repreendeu os ministros da Saúde, José Serra, e da Previdência, Waldeck Ornélas. Os dois trocaram insultos nos jornais por causa de mudanças no sistema de isenções previdenciárias para entidades filantrópicas. Em reunião no Planalto, o presidente deu um puxão de orelhas. Aos jornalistas, declarou que demitiria “se não fossem bons ministros”.

Sonho do Democrata

Existe a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro deixar o PSL, que tem lhe provocado dores de cabeça, e voltar ao DEM. Caso se confirme, o partido ficará superfortalecido com Onyx Lorenzoni na Casa Civil e as presidências do Senado (Davi Alcolumbre) e da Câmara dos Deputados (Rodrigo Maia).

Tradição política

Christopher Goulart, suplente do senador Lasier Martins, participou de recente convenção do PDT em São Borja e manifestou disposição em concorrer à Prefeitura no próximo ano. Aproveitou para contatos com a Câmara Municipal, visando estabelecer a programação que assinalará em agosto o centenário de nascimento de seu avô, o presidente João Goulart.

Desconhecimento

Entre centenas de projetos sem efeito, surge um que dará transparência: as distribuidoras de energia elétrica serão obrigadas a divulgar pela Internet, todos os meses, os valores arrecadados com a contribuição de iluminação pública. A falta de informações dificulta a cobrança junto às prefeituras por um serviço de melhor qualidade. Só falta aprovar.

Obrigação pela metade

A Prefeitura de Porto Alegre notifica e ameaça com multas proprietários de imóveis cujas calçadas não estão em boas condições. Esperam reciprocidade, exigindo que os buracos das ruas onde residem sejam fechados. Donos de lojas de pneus e oficinas que consertam amortecedores tiveram aumento substancial no movimento.

Deu no site

A oposição é contra medida provisória que antecipa a reforma previdenciária.

Segue o ditado: quando pior a situação, melhor.

Reforma já

Sucessivos governos não percebem que é irracional ter tributos muito cômodos para o Fisco e ruins para a Economia.

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