Quarta-feira, 05 de agosto de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Economia Banco Central deve cortar taxa de juros para 3,25%

Compartilhe esta notícia:

Se confirmado, o percentual será o menor da taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação

Foto: Reprodução
Se confirmado, o percentual será o menor da taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. (Foto: Reprodução)

O Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) se reunirá nesta quarta-feira (06), e a expectativa de analistas do mercado financeiro é que a taxa básica de juros caia de 3,75% para 3,25%.

Se confirmado, o percentual será o menor da taxa Selic desde 1999, quando entrou em vigor o regime de metas para a inflação. A decisão do BC (Banco Central) será anunciada por volta das 18h. A expectativa do mercado é que a taxa básica de juros tenha nova redução em meados de junho, passando para 2,75% ao ano, patamar no qual fecharia o ano de 2020.

Cenário econômico

A decisão do Copom será tomada em um momento de forte queda do nível de atividade da economia mundial em razão da pandemia do novo coronavírus, o que tem reduzido os índices de inflação.

Diante desse cenário, o FMI (Fundo Monetário Internacional) prevê que a pandemia vai levar a economia mundial a registrar queda de 3% neste ano, o pior desempenho desde a crise de 1929.

Para o Brasil, as previsões do FMI e do Banco Mundial são de retração econômica superior a 5% neste ano. Os economistas do mercado financeiro estimam queda de 3,7%.

Com a forte queda da atividade econômica, os preços têm caído. Em março, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), índice que mede a inflação oficial, somou 0,07%, menor taxa para o mês desde 1995.

O mercado financeiro prevê que o IPCA ficará em 1,97% neste ano, isto é, abaixo do piso de 2,5% previsto pelo sistema de metas. Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões. A meta de inflação é fixada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Economia

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

1 Comentário
mais recentes
mais antigos Mais votado
Paulo Diehl
6 de maio de 2020 16:03

PARABÉNS AO NOSSO PATRIÓTICO GOVERNO DO NOVO BRASIL,
MAS COMO RECORDAR É VIVER, NO CLEPTOMANIACO DESGOVERNO DA IRRESPONSÁVEL , GUERRILHEIRA DE ARAQUE, A CASSADA PETRALHA MILITONTA DILMA, CRIA DO ” ABEÇOADO LADRÃO”; DO LULAPETISMO.
A SELIC CHEGOU A 14,25% E EM 2 ANOS PAGAMOS AOS ”AGIOTAS OFICIALIZADOS” OS BANQUEIROS R$ 1.8 BILHÕES EM MÓDICOS JUROZINHOS PARA A ROLAGEM DA DIVIDA PÚBLICA.
A INFLAÇÃO CHEGOU A 10,67 AA== O PIB FOI NEGATIVO EM 3,85% AA.==O DESEMPREDO CRESCEU 90% AA.==E AINDA TIVEMOS O APAGÃO+ TARIFAÇO NA CTA DE LUZ.

Mais alunos voltam às aulas no epicentro da pandemia na China
Termina nesta quarta-feira o prazo para regularizar o título de eleitor
Pode te interessar
1
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x