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Tecnologia Como as atualizações no iOS 16 e no Android 13 mudarão seu smartphone

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iOS é o sistema operacional do iPhone, o smartphone da Apple; Google é dono do rival Android. (Foto: Reprodução)

Todo ano, por volta desta época, nossos smartphones se transformam em um lembrete para estarmos sempre prontos para a mudança.

Isso porque a Apple e o Google anunciam atualizações nos sistemas operacionais que rodam em nossos iPhones e celulares Android. Em breve, os softwares que fazem os dispositivos funcionarem terão ajustes de design e novos recursos – em outras palavras, coisas novas para aprender.

No início do mês, a Apple lançou o iOS 16, a mais recente versão do sistema operacional para iPhones. Ele incluirá novos recursos, como uma nova tela bloqueada e a possibilidade de editar mensagens de texto já enviadas. No mês passado, o Google apresentou o Android 13, que inclui um app de carteira simplificado para armazenar cartões de crédito e documentos importantes, como comprovantes de vacinação. Ambas as empresas também disseram que estavam melhorando seus aplicativos para enviar mensagens de texto.

Os novos sistemas operacionais para iPhones e celulares Android chegarão aos nossos telefones como atualizações gratuitas no segundo semestre.

As atualizações de software da Apple e do Google costumam vir acompanhadas de vocabulário pomposo e promessas. “Hoje vamos fazer nossas plataformas irem mais longe do que nunca”, disse o CEO da Apple, Tim Cook, em um vídeo gravado e exibido no evento de lançamento do novo software.

Mas, na verdade, muitas das mudanças – sobretudo a que permite editar mensagens de texto de forma retroativa – são melhorias complementares que dão a sensação de que já deveriam ter surgido há muito tempo. Aqui estão as atualizações que mais valem a pena dar uma olhada.

A Apple disse que estava fazendo uma alteração na primeira coisa que alguém vê ao usar um iPhone: a tela bloqueada.

Antes, as pessoas podiam trocar apenas o papel de parede em suas telas de bloqueio. Mas com o iOS 16, os usuários de iPhone podem personalizar a tela bloqueada com diferentes opções de fontes e cores para o relógio. As pessoas também poderão fixar “widgets”, que basicamente são atalhos para aplicativos como o do calendário do celular e o que monitora os dados de atividade física, na tela de bloqueio.

Essas personalizações podem nos ajudar a adaptar nossos celulares aos nossos estilos de vida. Como no caso de um novo software que permitirá ao usuário de iPhone criar uma série de telas bloqueadas personalizadas para diferentes ocasiões.

Por exemplo, uma tela de bloqueio para ser exibida durante o expediente poderia mostrar um papel de parede com a imagem do prédio onde você trabalha e um widget de calendário com sua próxima reunião agendada. Já uma tela bloqueada para sua vida pessoal poderia mostrar um papel de parede com a foto do seu cachorro e um widget de exercício. A ideia é que as pessoas tenham a possibilidade de alterar as telas de bloqueio para adaptá-las da melhor maneira às suas necessidades ao longo do dia.

A pandemia acelerou o uso do celular para fazer pagamentos, pois muitas pessoas passaram a efetuá-los pelo dispositivo para evitar tocar em dinheiro. A Apple tem uma oferta robusta de pagamentos eletrônicos há mais de cinco anos com seu software de carteira para iPhones, que permite fazer compras com cartão de crédito e guardar documentos importantes, como cartões de embarque e informações de saúde.

O Google, que tem tido dificuldades para comercializar sua tecnologia de pagamentos com dispositivos móveis, aproveitou a oportunidade no mês passado para explorar mais os pagamentos com o Android 13. Durante anos, seu sistema, o Google Pay, esteve seriamente atrasado em relação ao sistema de pagamento da Apple porque poucos usuários do Android entendiam como usar a tecnologia.

No mês passado, o Google renomeou seu aplicativo de pagamentos digitais para Google Wallet. A empresa simplificou a tecnologia incorporando um atalho para a carteira na tela de bloqueio do dispositivo Android. Ela também planeja expandir o software para armazenar outros itens além de cartões de crédito, para incluir documentos como cartões de embarque, entradas de cinema e comprovantes de vacinação contra a covid-19.

Atualmente, nenhuma atualização de software estaria completa sem uma gigante da tecnologia declarar que se preocupa com nossa privacidade. Isso porque as empresas de tecnologia querem que os usuários se sintam seguros compartilhando dados pessoais, principalmente porque os reguladores europeus e outras autoridades fecharam o cerco contra o problema.

Por isso, como era esperado, tanto a Apple como o Google disseram que estavam oferecendo mais proteções aos dados do usuário nas próximas versões de seus sistemas operacionais.

Se vários desses ajustes dão a sensação de estarem muito atrasados, é porque eles de fato estão. Assim como as atualizações de hardware dos smartphones se tornaram cada vez mais complementares, as de software também estão avançando aos pouquinhos nessa direção – mas de uma forma que não é digna de nota. As informações são do jornal The New York Times.

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