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Economia Crise no preço do petróleo e temor com coronavírus derrubam bolsas mundiais

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Guerra de preços entre grandes produtores em meio à epidemia de coronavírus derrubou preço do petróleo, arrastando os mercados

Foto: Reprodução
Guerra de preços entre grandes produtores em meio à epidemia de coronavírus derrubou preço do petróleo, arrastando os mercados. (Foto: Reprodução)

As bolsas de valores europeias operam em forte queda nesta segunda-feira (09), em meio ao aumento da tensão nos mercados devido ao avanço do coronavírus e à guerra de preços iniciada entre grandes produtores de petróleo, que dez desabar o preço do barril. Por volta das 7h, as principais bolsas da Europa desabavam perto de 20%.

O índice London FTSE-100, da bolsa de Londres, caía 18,88%; o Frankfurt Dax, na Alemanha, 19,55%, o CAC-40, em Paris, 20,22%, e o Ibex 35, em Madrid, 19,06%, segundo dados da Bloomberg. Em Milão, o FTSE MIB caía 9,548%.

Os preços do petróleo também tombavam perto de 20%. Na abertura dos negócios no mercado asiático, o preço do petróleo do tipo Brent (principal referência internacional) chegou a recuar 31%, no maior tombo desde a Guerra do Golfo (1990 e 1991).

Perto das 7h, o barril de Brent caía 18,4%, em Londres, a US$ 36,94 na venda, enquanto que o barril WTI, nos EUA, perdia 19,38%, a US$ 33,28. O petróleo está em queda pois a Arábia Saudita decidiu cortar seu preço venda e estabelecer planos para aumentar expressivamente a produção de petróleo no próximo mês.

A decisão foi tomada depois do fracasso das negociações entre a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e a Rússia sobre o volume de produção. A Rússia se opôs ao corte de produção de petróleo sugerido pela Opep para estabilizar os preços do petróleo em meio à epidemia de coronavírus, que desacelera a economia global e afeta a demanda por energia.

Ásia

A Bolsa de Tóquio desabou 5% nesta segunda-feira devido a preocupações com a disseminação mundial do coronavírus, que espalhou incerteza nos mercados globais e impulsionou o iene, uma tendência prejudicial para os exportadores japoneses, e também a crise no preço do petróleo.

O índice Nikkei registrou queda de 5,07%, a 19.698,76 pontos, algo que não acontecia desde fevereiro de 2018, no início da guerra comercial entre Estados Unidos e China. Os mercados chineses também operavam em forte queda. O índice Hang Seng de Hong Kong recuou quase 3,7%. A Bolsa de Shenzhen retrocedia 2,86% e a de Xangai mais de 3%.

Queda generalizada

As Bolsas do Golfo operavam em baixa expressiva nesta segunda-feira, após a queda do preço do petróleo, em um contexto de guerra de preços e redução da demanda provocada pelo coronavírus. A Bolsa da Arábia Saudita, a mais importante do Golfo, recuava 9,4%.

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Paulo Diehl
9 de março de 2020 13:59

IGNOTUM PER IGNOTIUS, PESSOAL TUDO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES, ASSIM PERGUNTO E COM ESSA VERTIGINOSA QUEDA NO MERCADO MUNDIAL, A NOSSA CELERE EM AUMENTOS DE PREÇOS, O PAQUIDÉRMICO CABIDE DE EMPREGOS, A BELA ADORMECIDA PETROBRAS COM SEU LEMA ” O PETROLEO É NOSSO” [DELES KAKAKA] NÃO SABE DE NADA , POIS CONTINUA OPERANDO COM O MESMO PREÇO NO BARRIL AQUI NO PINDORAMA.

Adroaldo Mousquer
9 de março de 2020 11:37

Agora vai baixar o preço da gasolina? DUVIDO. Não baixa nunca. Ainda mais agora que os empresários tomaram conta.

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