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Economia Dataprev estaria cortando auxílio emergencial de parentes que não moram juntos

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Pagamento da primeira parcela do benefício terminou em abril para todos os públicos. (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

O Governo Federal já começou os pagamentos do novo Auxílio Emergencial. Mas nas redes sociais, muita gente ainda está reclamando da falta de informações em alguns pontos. Uma dessas confusões é sobre a questão do pagamento para pessoas da mesma família.

É que de acordo com as regras do novo Auxílio Emergencial, apenas uma pessoa da mesma família pode receber o benefício. Então mesmo que uma casa tenha dez pessoas, apenas uma dessas pessoas vai poder receber essas quantias. Se for um casal, apenas uma pessoa desse casal pode receber.

No ano passado, essa regra era um pouco mais maleável. É que na ocasião, o Governo estava permitindo o recebimento do Auxílio por até duas pessoas por família. Seja como for, este ano esta mudança está causando um pouco de confusão no público que vai receber.

Nas redes sociais, tem gente reclamando que a Caixa estaria negando o auxílio de uma pessoa só porque o irmão dessa pessoa já está recebendo. Até aí, não seria uma novidade. Mas e se esses dois irmãos não morarem mais juntos? E se cada um deles tiver uma família para cuidar?

“Meu auxílio foi negado porque minha irmã já vai receber, mais eu não moro com ela sou casado e tenho duas filhas. Aí como ela é minha irmã ela vai receber e eu não. Como é que pode um negócio desse? O que tem a ver isso? Ela tem a vida dela e eu a minha”, disse um internauta em seu perfil oficial do Twitter.

Saque do FGTS

Muito se fala sobre a liberação de um novo saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). No momento, devido a pandemia da covid-19, o governo tem retomado diversas medidas que foram criadas e aplicadas no ano passado com a finalidade de conter a crise econômica. E uma delas é justamente o saque emergencial do FGTS.

O pagamento realizado no ano passado permitiu que trabalhadores recebessem até um salário mínimo de contas ativas ou inativas do FGTS. Na ocasião, a medida injetou mais de R$ 38 bilhões a econômica, além de atender mais de 60 milhões de brasileiros.

Neste ano, poucas discussões foram feitas sobre o retorno da medida. Porém, o Ministério da Economia afirma que há um limite disponível no FGTS que pode ser aplicado ao saque emergencial. Portanto, a modalidade não comprometeria o teto de gastos do fundo.

Segundo informações dos bastidores, a liberação do FGTS emergencial deve ocorrer ainda este ano, com a confirmação no mês de pagamentos, em junho.

A expectativa é que a medida seja aderida nas mesmas condições que a do ano passado, em que o trabalhador poderia resgatar um valor de no máximo um salário mínimo (R$ 1.045 na época). Agora, esse valor corresponderia a R$ 1.100.

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