Segunda-feira, 08 de junho de 2026
Por Flavio Pereira | 14 de julho de 2021
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.
Sem poderes para firmar qualquer acordo, a direção nacional do Patriota foi desautorizada por um motim interno e acabou perdendo a possibilidade de ter nos seus quadros o presidente da República e seus apoiadores em todo o País. Com cinco deputados federais e doze deputados estaduais, o Patriota vive uma disputa interna em diversas correntes, o que acabou afastando o interesse de Jair Bolsonaro em ingressar no partido. Foi algo como a famosa teoria do bode na sala: depois e conhecer a bagunça do Patriota, o ambiente interno do PSL agora parece um paraíso.
Jair Bolsonaro pode até retornar ao PSL
A pergunta seguinte: qual será o partido escolhido por Jair Bolsonaro caso resolva disputar a reeleição em 2022? Partidos como PTB e PP plantam notícias indicando que seria esta a preferência do presidente. Republicanos e PL hoje teriam mais chances. Mas a grande possibilidade mesmo, será o retorno ao PSL. Esta é uma opinião do colunista e não resulta de qualquer declaração do presidente. Como já comentou ontem uma liderança nacional do partido: “o presidente Jair Bolsonaro já sabe quem é quem no PSL. Em outro partido, não teria tempo até a eleição, para saber em quem pode confiar”.
O PSL antes e depois de Jair Bolsonaro
O PSL recebeu 10,8 milhões de votos para deputado federal a mais nas eleições de 2018, do que em 2014. Em 2014, o partido elegeu apenas um deputado federal e teve apenas 808 mil votos. Já em 2018, foram 11,6 milhões, um crescimento de 1.341%. O PSL, considerado nanico até então, garantiu com a eleição de Jair Bolsonaro, a segunda maior bancada, com 52 deputados.
Imagem de Bolsonaro criou campeões de votos
Um exemplo do efeito de Jair Bolsonaro no PSL: seu filho Eduardo Bolsonaro foi o deputado federal mais votado da história do Brasil. Recebeu 1.751.748 votos em São Paulo, superando três campeões de votos em eleições passadas: Enéas Carneiro, do PRONA, que teve 1.573.642 votos, em 2002. Logo em seguida vinha Celso Russomanno (PRB), com 1.524.361 votos em 2014, e Tiririca, com 1.353.820. Embora a base de cálculo seja diferente, o senador Renan Calheiros chegou ao Senado pelo estado de Alagoas, com 621.562 votos.
Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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Ele tem de voltar ao PP, partido dos santos políticos….hahahahah
O povo foi vária vezes enganado por essa direita traidora. Em 64, com Collor e agora com o mito. Mas não aprende mesmo!!!!hahahahahahahahahahah
Bolsonaro foi 30 anos malufista kkkk e depois vieram com falas de q ele n era filhote da política tradicional. Faça-me o favor….
kkk n sabia…obrigado por mr lembrar. fortr abraço
Ck Ps, “faça-me o favor” é da Ondina.
Não conseguiram dar o golpe no Patriota, agora o negócio é se humilhar para o Sr. Bittar aceitar a trupe de volta ao PSL. hahaha
O PP seria uma boa sigla para o presidente Bolsonaro, partido tradicional, de direita, conservador, porém, com viés voltado ao progresso, pode muito bem incampar a meta de aliança nacional!!