Quarta-feira, 19 de junho de 2024

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail ou WhatsApp.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui


Variedades Descongestionante nasal: uso excessivo pode causar riscos e doenças; entenda

Compartilhe esta notícia:

Apesar do alívio imediato, uso de descongestionante nasal pode piorar o desconforto respiratório. (Foto: Reprodução)

A chegada das estações frias, de outono e inverno, favorece o aparecimento de sintomas respiratórios. Certamente, o nariz congestionado é o campeão. Isso acontece tanto devido ao aumento da circulação de vírus causadores de gripes e resfriados, como devido ao frio e redução da umidade relativa do ar.

Para acabar com o desconforto, muitas pessoas recorrem ao uso indiscriminado de descongestionantes nasais. Entretanto, a prática está associada a riscos para a saúde e até mesmo ao desenvolvimento de doenças.

A maioria dos descongestionantes nasais que causa alívio imediato tem como princípio ativo alguma dessas substâncias: oximetazolina, xilometazolina, nafazolina e fenilefrina. O problema é que o mecanismo de ação responsável por esse efeito instantâneo também gera efeito rebote.

Essas substâncias descongestionam o nariz por meio de vasoconstrição, um fenômeno que faz os vasos sanguíneos do nariz se contraírem. Isso aumenta a passagem de ar, levando a pessoa a respirar melhor em poucos minutos.

Entretanto, depois de algumas horas, os vasos voltam a dilatar. A mucosa nasal “incha” e a sensação de entupimento reaparece. A pessoa então precisa pingar mais descongestionante para voltar a respirar com mais facilidade.

Após um período de apenas 3 a 5 dias do uso contínuo desses produtos, o efeito descongestionante dura cada vez menos e o organismo precisa de mais remédio para obter o mesmo alívio. Além do “vício” no medicamento – em geral, usuários acabam usando os descongestionantes continuamente, pois sentem que não conseguem respirar sem ele –, a condição recebe o nome de rinite medicamentosa.

Nesses quadros, a pessoa passa a ter mais obstrução, ressecamento nasal e até formação de crostas. Outro risco está associado ao aumento da pressão arterial e possível taquicardia, devido ao efeito vasoconstritor. O risco é maior para pessoas que já apresentam problemas cardiovasculares.

Uma vez que esse efeito rebote está instalado, é difícil para a pessoa conseguir parar de usar o medicamento por conta própria, pois leva um tempo até esse efeito de inchaço nasal que atrapalha a respiração desaparecer. Nestes casos, o ideal é procurar um médico que irá indicar o melhor tratamento.

Mas, afinal, como aliviar o desconforto no nariz sem riscos à saúde?

A forma não medicamentosa mais recomendada por especialistas é a famosa lavagem nasal com soro fisiológico. O uso de sprays medicamentosos deve ser feito somente mediante orientação e acompanhamento médico.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Variedades

Saiba por que a Apple “escondeu” o uso de inteligência artificial nos seus aparelhos
WhatsApp sem número de celular? Novidade chega em breve
https://www.osul.com.br/descongestionante-nasal-uso-excessivo-e-continuo-pode-causar-riscos-e-doencas-entenda/ Descongestionante nasal: uso excessivo pode causar riscos e doenças; entenda 2023-06-19
Deixe seu comentário
Pode te interessar