Sexta-feira, 26 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de maio de 2024
RS também pede ao Ministério do Turismo desoneração de IPI à “linha branca” — itens relevantes para hotéis, bares e restaurantes e que foram perdidos em meio às chuvas
Foto: Mauricio Tonetto/SecomO governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, pediu ao ministro do Turismo, Celso Sabino, em reunião realizada nesta quarta-feira (22), recursos na ordem de R$ 1 bilhão do Fungetur (Fundo Geral do Turismo) para socorrer a atividade no Estado. Até o momento, foram previstos pelo governo federal R$ 200 milhões em ajuda.
Além de mais dinheiro, Leite pediu a flexibilização das regras do fundo, que é especialmente voltado a investimentos, como obras civis para implantação, ampliação e modernização. O estado quer que os recursos também sejam usados para fortalecer o caixa das empresas, a fim de amortecer os impactos das perdas em meio às chuvas.
O Fungetur prevê até cinco anos de carência e tem taxas de juros que hoje vão de 6% a 8% ao ano — tornando-se uma das linhas mais atrativas para a indústria do turismo. Uma das medidas já adotadas pelo ministério foi a suspensão, por até seis meses, do pagamento pelo crédito tomado — no caso dos gaúchos.
O Rio Grande do Sul também sugeriu ao Ministério que o dinheiro do fundo possa ser destinado também para localidades do Estado que não estão em estado de calamidade. Na avaliação do estado, a interrupção de estradas, aeroportos e outras estruturas viárias estendem os prejuízos ao turismo em todo o seu território.
Após a reunião, Eduardo Leite deve entregar ao ministro Celso Sabino um documento com as demandas. O documento incluirá sugestões tributárias, como a desoneração de IPI a equipamentos de’ linha branca” — itens relevantes para atuação de hotéis, bares e restaurantes e que foram perdidos em meio às chuvas. Segundo o governador, o estado “fará sua parte” e irá desonerar estes itens da cobrança de ICMS.
Em sua participação, Eduardo Leite ainda pediu atenção às medidas de manutenção de emprego e renda no estado, além da recuperação de estradas e estabilização da rede aeroviária. O governador pediu ajuda especial ao Aeroporto de Porto Alegre e à concessionária Fraport, que o administra.
“É uma boa concessionária, tem feito os investimentos de forma correta. Já tinha o desiquilíbrio da pandemia, que ainda não tinha sido resolvido e agora tem mais este. Se não encaminharmos uma solução, ela vai ficar com o freio de mão puxado nos investimentos e vai comprometer ainda mais o estado”, disse.
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Liberal na economia e conservador nos costumes, definitivamente não deu certo.
Socorrer turismo??? Será que foi isso que ouvi?? Sempre achei que temos primeiro que recontruir as cidades, que não existem mais. Aí vem falar em turismo!! Estou no mundo, cidade , ou época errada. Não é possível ouvir isso!!!