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Mundo Governo chileno enfrenta protestos e alta da inflação

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E, no meio de tudo isso, os chilenos ainda se preparam para um momento histórico: reescrever a Constituição do país.

Foto: Reprodução
E, no meio de tudo isso, os chilenos ainda se preparam para um momento histórico: reescrever a Constituição do país. (Foto: Reprodução)

O presidente mais jovem a ser eleito na história do Chile, o ex-líder estudantil de esquerda Gabriel Boric, tem quase três meses de mandato. Porém, mesmo com pouco tempo no poder, os problemas já são muitos.

A alta recorde da inflação e a economia crescendo menos que o esperado; uma queda rápida em sua popularidade; a cobrança de sua base socialista para diminuir o número serviços privados na economia e a dificuldade para conseguir aprovar as reformas tributárias, que levariam a aumentos de impostos; além das mudanças nas regras previdenciárias.

Para o economista chileno Tomas Flores, o momento não é o melhor para negociações. “A situação na qual assume o novo governo continua sendo uma série de desafios. Reformas como essas que são muito importantes para o Chile podem, efetivamente, se realizar num contexto de muita discussão. Porque o que não podemos fazer é, justamente, subir os impostos sem considerar que o Chile está crescendo muito pouco. E neste contexto, o resultado seria o pior esperado”, afirmou Flores.

E, no meio de tudo isso, os chilenos ainda se preparam para um momento histórico: reescrever a Constituição do país.

No mês passado, o governo anunciou um plebiscito para o dia 4 de setembro. Nessa data, a população vai votar a favor ou contra a nova Carta Magna.

A tentativa de mudança nas regras que irão reger o Estado é uma resposta aos protestos contra o ex-presidente de direita Sebastian Piñera, em 2019. Ele enfrentou crises políticas e denúncias de corrupção.

Economia

No campo econômico, os chilenos temem estar revivendo os resultados de 2020, quando a economia do país encolheu 6%, naquela que foi a pior recessão em quatro décadas, por causa da pandemia.

A inflação já passou dos 10% nos últimos 12 meses terminados em abril. Desde 1994, esse índice não ultrapassava dois dígitos.

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