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| Muito abalado, Roberto Carlos participa do velório do filho Dudu Fraga, mas do enterro não

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Dudu Fraga era presença frequente nos shows do pai. (Foto: Reprodução/Instagram)

Familiares e amigos se despediram de Dudu Braga, fiilho do cantor Roberto Carlos, em um velório restrito a familiares e amigos íntimos na manhã desta quinta-feira (9). O velório aconteceu no espaço Funeral Home, no bairro da Bela Vista, em São Paulo. A cerimônia contou com uma missa comandada pelo padre Antonio Maria. Dody Sirena, empresário de Roberto Carlos, foi um dos primeiros a chegar ao local.

“Agradeço a Deus por esse presente que foi, é e será o Dudu em minha vida. Ele, que não enxergava, mas via tudo e, principalmente, todos, com o coração. Dudu falava: ‘Vivamos sabendo que vamos morrer, para morrer sabendo que vamos viver para sempre'”, afirmou durante a cerimônia.

A assessoria de Roberto Carlos explicou que o cantor esteve presente no velório, mas não no enterro. “Roberto esteve no velório. Como nos últimos dias, ele estava direto com o Dudu no hospital, ele preferiu se poupar, até por conta da pandemia, de ir ao cemitério. Ele ficou no velório do filho e quando a urna saiu para o cemitério, ele optou por ir para casa, até porque ele estava muito abalado.”

O Padre Antonio Maria, grande amigo da família, foi o responsável por celebrar, em agosto deste ano, o casamento de Dudu com Valeska Braga, após 18 anos de união. Juntos, tiveram uma filha, Laura, de 5 anos de idade. O produtor deixou outros dois filhos – Giovanna, de 22 anos, e Gianpietro, de 17 anos – de um relacionamento anterior.

Dudu morreu aos 52 anos de idade na quarta-feira (8), em decorrência de complicações de um câncer no peritônio. Ele compartilhou o diagnóstico do câncer em setembro do ano passado em publicação nas redes sociais. Além disso, ele já passou por outros dois tratamentos para cuidar de um câncer de pâncreas, em 2019.

Em julho deste ano, ele explicou que os médicos chegaram a trocar o quimioterápico após constatarem que não havia nem regressão, nem progressão do tumor.

“RC na Veia”

Deficiente visual, Dudu nasceu com glaucoma – doença que causa cegueira irreversível – e passou por sete cirurgias ainda na infância. Ele também assinava colunas em revistas musicais, tocava bateria e tinha uma banda chamada “RC na Veia”, em homenagem ao pai cantor e compositor.

Formado em Publicidade, Dudu também era produtor musical, radialista e jornalista. Por mais de dez anos, apresentou o programa “As canções que você fez para mim”, com canções de seu pai, sucesso de audiência nas rádios Nativa e Jangadeiro FM. Na televisão, fez participação na novela “América”, da Rede Globo, e apresentou os programas “Ressoar” – na Rede Record –, “Vida em movimento” – na TV Cultura –, e “Sentidos” – na TV Gazeta e Net Cidade. Em 2002, ganhou o Grammy como produtor musical.

Dudu também se dedicou às ações sociais. Além de ter sido um dos fundadores da ONG “Meninos do Morumbi”, era colaborador nas fundações “Laramara” – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual – e “Dorina Nowill para cegos”, chegando a ser eleito como personalidade do ano em responsabilidade social pela Revista Época, no ano de 2005.

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