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Geral O governo do Rio Grande do Sul anunciou o pagamento de salários de até 4 mil e 500 reais na segunda-feira

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(Foto: Alex Rocha/ Palácio Piratini)

O governo do Estado inicia, na segunda-feira (30), o pagamento da folha de abril quitando os salários para os servidores com rendimento líquido de até R$ 4.500. Com este valor, um total de 268.287 matrículas estará com a folha integralizada no último dia útil do mês, o que representa 79% do funcionalismo do Poder Executivo. Também será depositada a quarta parcela já corrigida do 13º salário de 2017 para todos os vínculos, assim como a indenização pelos dias de atraso dos vencimentos de março.

Para atender a estes compromissos com o funcionalismo, a Secretaria da Fazenda precisou dispor em caixa de R$ 709 milhões. Apenas para pagar salários de até R$ 4.500 foram necessários R$ 590,6 milhões. Os créditos estarão disponíveis na rede bancária logo nas primeiras horas da manhã de segunda-feira e a quitação integral dos salários aos demais servidores está prevista para acontecer até o dia 11 de maio, sempre de acordo com o comportamento da arrecadação.

A parte líquida da folha do mês de abril fechou em R$ 1,185 bilhão, sem considerar os valores das consignações. Ao todo, o Poder Executivo contempla 342 mil vínculos entre ativos, inativos e pensionistas. Pelo oitavo mês consecutivo, o pagamento dos salários segue uma orientação do governador José Ivo Sartori de pagar antes os que ganham menos.

Confira os valores da folha de abril do Executivo: até R$ 4.500 líquidos (268 mil matrículas) – R$ 590,6 milhões; 4ª parcela do 13º salário de 2017 – R$ 117 milhões; indenização pelo atraso na folha de março – R$ 1,5 milhão.

Recuperação fiscal

O governador em exercício José Paulo Cairoli reuniu-se, nesta sexta-feira (27), com o secretário-chefe da Casa Civil, Cleber Benvegnú, para tratar de questões referentes à adesão do Rio Grande do Sul ao RRF (Regime de Recuperação Fiscal) do governo federal.

O governo do Estado diz que está empenhado, neste momento, em aprovar na Assembleia Legislativa o projeto de lei que autoriza a realização de plebiscito para ouvir a população sobre a privatização ou federalização da CEEE, da CRM (Companhia Riograndense de Mineração) e Sulgás.

Cairoli tem liderado encontros de comitivas do governo gaúcho com representantes do governo federal, em Brasília, para tratar do andamento da adesão do Estado ao RRF.

A adesão possibilita a suspensão do pagamento da dívida do Estado com a União por três anos, prorrogáveis por mais três. Desta forma, o caixa estadual poderá ter um alívio de R$ 11,3 bilhões até 2020. O RRF também abre espaço para que o Rio Grande do Sul possa contratar novos financiamentos.

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