Terça-feira, 07 de Abril de 2020

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Mundo O papa minimiza as comparações entre Messi e Deus

Segundo a imprensa espanhola, o clube quer fazer um contrato para o craque sem prazo. (Foto: Reprodução/Instagram)

Torcedor do San Lorenzo e fã confesso de futebol, o Papa Francisco foi entrevistado pelo programa de televisão espanhol Salvados e deu a sua opinião sobre o compatriota Lionel Messi, constantemente chamado de “Deus” pelas suas atuações com a camisa do Barcelona. As informações são da Gazeta Esportiva.

Perguntado se essa comparação seria um sacrilégio, ou seja, um pecado grave contra a religião, o sumo pontífice da Igreja Católica disse que, na teoria, sim.

Na teoria é um sacrilégio, não se pode dizer. Eu não creio, você crê?”, disse. Na sequência, contudo, Francisco minimizou, dizendo que a comparação entre Messi e Deus é apenas uma forma de se expressar.

A gente diz Deus assim como diz ‘eu te adoro’, mas devemos adorar somente a Deus, são expressões populares. ‘Este é um Deus com a bola no campo’. São modos populares de se expressar”, afirmou.

Por fim, o Papa ainda fez questão de exaltar o futebol de Lionel Messi, mas voltou a lembrar que o jogador não é uma divindade. Claro que sim, dá gosto (de ver Messi jogando), mas não é Deus”, completou.

Gols

Muitos consideram Lionel Messi um alienígena, seja pelos números, seja pelas suas atuações fora do normal com a camisa do Barcelona. Passado o final de semana, com mais dois gols marcados pelo camisa 10, algo considerado comum pelos torcedores de plantão, o argentino chegou ainda mais perto de uma importante marca na carreira: a de ser o maior artilheiro por um mesmo clube em todo o mundo e também da história.

Com os dois tentos anotados contra o Espanyol no último final de semana na vitória do Barça, Messi chegou aos 593 gols em sua trajetória, “apenas” 50 gols a menos que o maior goleador de todos os tempos por uma mesma camisa: o rei Pelé, com 643 gols marcados pelo Santos.

Em novembro do ano passado, o Barcelona divulgou que o camisa 10 havia se tornado o maior artilheiro por um clube europeu, ultrapassando o então detentor do título, Gerd Müller, ídolo do Bayern de Munique nas décadas de 1960 e 1970. A meta, então, seria ultrapassar o maior artilheiro de todos os tempos, o brasileiro Pelé. E parece que Messi está tentando conquistar esse objetivo com bastante afinco.

O craque fez mais de 40 gols por temporada nos últimos dez anos. Em 2018-19, já foram anotados 31 gols no Campeonato Espanhol, oito na Liga dos Campeões e dois na Copa do Rei, ou seja, 41 tentos, lembrando que ainda faltam o restante do nacional e da competição continental. Dessa forma, ele estaria bem próximo de ultrapassar Pelé já na próxima temporada.

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