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Polícia Polícia Civil realiza apreensão recorde de crack no Rio Grande do Sul

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Feito foi anunciado em coletivo de imprensa nessa quinta-feira. (Foto: Divulgação/PC)

Em coletiva de imprensa nessa quinta-feira (28), a Polícia Civil gaúcha detalhou a maior apreensão de crack já realizada no Rio Grande do Sul. O feito foi registrado nesta semana em Montenegro (Vale do Caí), com 123 quilos da droga escondida em um caminhão de arroz, junto com 59 quilos de cocaína. Um casal foi preso em flagrante.

O flagrante foi protagonizado por agentes da 2ª Delegacia de Gravataí (Região Metropolitana), após interceptação do veículo no quilômetro 10 da rodovia estadual RS-287. De acordo com a corporação, as duas cargas de entorpecentes tinham como destino Porto Alegre e outras cidades da Região Metropolitana.

Chefe da Polícia Civil, delegado Fernando Sodré ressaltou a importância do trabalho investigativo que levou à apreensão recorde, por meio de modernas ferramentas de inteligência e que demandou dois meses de atividade. A apuração do caso continua, a fim de identificar outros integrantes na associação criminosa responsável pelas drogas.

Os recordes anteriores relacionados ao crack haviam sido registrados em março e abril 2023, respectivamente com 57 quilos e 96 quilos.

Saiba mais

Versão cristalizada da cocaína, o crack costuma ser aspirado por via oral, mediante o uso de cachimbos improvisados. O nome, em inglês, faz referência ao barulho que as pedras da droga fazem ao serem queimadas para o consumo.

Sua criação se deu nos Estados Unidos durante a segunda metade dos anos 1980. Devido ao baixo preço, acabou se popularizando rapidamente entre aqueles que não podiam comprar a cocaína, inclusive no Brasil, onde teve a sua presença expandida na década seguinte.

Os efeitos psicoativos aparecem rapidamente, em 10 a 15 segundos. Essa característica que leva o usuário a recorrer repetidas vezes ao entorpecente, a fim de prolongar o estado de alteração, igualmente fugaz. Também contribui para intensificar os danos à saúde física e mental de seus consumidores.

Além da sensação de euforia, o crack provoca aumento da autoestima e sensação de poder, alerta e bem-estar. Mas causa com falta de apetite, aumento dos batimentos cardíacos e pressão arterial, bem como tremores e suor intenso. É comum o usuário passar longos períodos sem se alimentar e sem dormir, devido ao ciclo frenético e à dependência causada pela droga.

Uma outra consequência do uso do crack diz respeito às lesões provocadas pela inalação de vapor em altas temperaturas. Tais ferimentos podem ser observados no nariz, olhos, face, lábios, cavidade oral, faringe e laringe. O usuário pode também queimar as mãos e os dedos no manuseio da droga.

(Marcello Campos)

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