Segunda-feira, 25 de Maio de 2020

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Brasil Presidente em exercício, o general Hamilton Mourão diz que depoimento de porteiro não tem força para derrubar o governo, mas “perturba o bom andamento do serviço”

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O general gaúcho disse que achou o depoimento "muito fraco". (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O presidente da República em exercício, general Hamilton Mourão, disse nesta quarta-feira (30) que o depoimento de um porteiro no caso do assassinato da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL) não tem força para derrubar a atual gestão, mas atrapalha o andamento do governo.

Segundo reportagem da TV Globo, baseada em depoimento de um porteiro do condomínio onde o presidente Jair Bolsonaro tem casa na capital fluminense, o ex-policial militar Élcio Queiroz, suspeito de envolvimento na morte de Marielle, disse na portaria que iria à casa do então deputado federal no dia do crime.

“Não, não dá para derrubar o governo dessa forma, mas que perturba o bom andamento do serviço, como se diz na linguagem militar, perturba”, disse Mourão.

O general ponderou, no entanto, que achou o depoimento “muito fraco” e que não era o caso de ter feito, de acordo com ele, “o escândalo todo que foi feito”. O militar saiu em defesa de Bolsonaro e disse que o presidente “reagiu com bastante calma até”.

Mourão declarou acreditar que o episódio não deve atrasar o anúncio de medidas econômicas por parte do governo, como um pacote de estímulo para a geração de empregos e a reformulação do funcionalismo público.

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