Terça-feira, 25 de agosto de 2026
Por Cláudio Humberto | 15 de outubro de 2021
“Seguem iguais, não aprenderam nada. Criminosos!” – Ministro Onyx Lorenzoni (Trabalho), em dia de mais uma invasão do MST
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou ontem não ter dúvida de que o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), vai agilizar e aprofundar o exame da proposta, aprovada por quase 400 deputados federais, que altera o ICMS sobre os combustíveis.
Mas, na Câmara, muitos parlamentares duvidaram da sinceridade de Pacheco quando, ainda na noite de quarta-feira (13), disse que o País “já não suporta os aumentos” e que o Congresso Nacional precisa agir com rapidez contra isso.
Mais do mesmo
Como é habitual, horas depois Pacheco passou a defender interesses dos críticos do projeto, dizendo ser preciso “ouvir os governadores”.
Passando o rodo
Os governadores, que hoje nadam em dinheiro, não querem perder o bem-bom dos bilhões de reais extras gerados pelos aumentos da Petrobras.
Pura “embromation”
A promessa de “ouvir os governadores”, na prática, garante holofotes a Pacheco mas também provocará demora na votação.
Trocando em miúdos
A governista Bia Kicis (PSL-DF) definiu a votação de quarta-feira: “A Câmara aprovou a redução no preço do combustível. E o Senado, fará o quê?”.
Privatização da Petrobras
Bolsonaro parece finalmente convencido da necessidade de privatizar a empresa “pública” Petrobras. A estatal, que se comporta como se fosse particular (e pior, submissa a acionistas minoritários), saiu do controle do acionista majoritário, que é o povo brasileiro, representado pelo chefe do Executivo.
A estatal já não investe, priorizando apenas a distribuição de dividendos. A política selvagem de lucros da Petrobras é o que provoca reações como a do presidente, de simpatia à ideia de sua privatização.
Xô, monopólio!
O problema é a definição do modelo de privatização. Primeiro passo é eliminar o seu maior privilégio. Afinal, não dá para privatizar monopólio.
Concorrência já!
Economistas apontam outra providência necessária antes de privatizar: abrir o Brasil para que outras petroleiras concorram com a Petrobras.
Fatiar é preciso
Outro ponto, antes de levar a Petrobras a leilão, é fatiar a empresa. Quem a comprar não pode concentrar tanto poder no mercado brasileiro.
Passo glorioso
Falou-se muito sobre o projeto de redução do preço do combustível (“muito engenhoso” segundo o experiente ex-ministro Delfim Netto), mas pouco sobre seu autor. Trata-se do deputado Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT), para quem “é somente o primeiro passo, mas um passo glorioso”.
Outra goleada
O presidente da Câmara, Arthur Lira, confirmou: a proposta de emenda à Constituição (PEC) que altera e amplia a composição do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) será votada na próxima terça-feira (19). Espera-se nova goleada.
Ela, não!
A CPI da Covid falava em “indiciar” 30 pessoas. Passou a 34, 40 e agora 50. Espera-se que dentre estas não esteja Dona Déa, mãe do saudoso ator Paulo Gustavo e que não permitiu a exploração política da morte do filho.
Camomila na veia
Bolsonaro deve utilizar todo o seu estoque de paciência ao receber o senador “seachão” Davi Alcolumbre (DEM). Se o presidente não for capaz de garantir a difícil reeleição do parlamentar no Amapá, bye, bye, sabatina.
Ato “democrático!”?
Teria sido “ato antidemocrático” o ataque covarde à sede da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja), não fosse esta presidida por um bolsonarista. Aliás, a entidade virou alvo exatamente por essa razão.
Vagabundos
O deputado José Medeiros (Podemos-MT) ironizou manchetes sobre a invasão da sede da Aprosoja por “trabalhadores rurais”. Ele postou foto dos delinquentes e tascou: “Não tem um trabalhador aí. Só malandro”.
Pergunta na Justiça
O Supremo Tribunal Federal (STF) vai mandar prender os delinquentes que participaram de ato antidemocrático na sede da Aprosoja?
Ferramenta pedetista
Para o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta, a acusação de Ciro Gomes (PDT) de que “Lula participou da conspiração” contra Dilma Rousseff mostra que Ciro é “uma ferramenta dos golpistas que elegeram Bolsonaro”.
100% nacional
Bolsonaro comemorou o sucesso da bateria de nióbio, que sempre defendeu: “Permitirá carros elétricos recarregarem em seis minutos. Volkswagen e a Toshiba já fecharam parceria para comercializar”.
PODER SEM PUDOR
Sem explicações
Paulo Maluf perdeu a eleição para prefeito de São Paulo em 1990, apesar do gênio criativo do marqueteiro Duda Mendonça – que fazia então o seu primeiro trabalho importante na área. O publicitário decidiu explicar as razões da derrota e até pedir desculpas. Maluf não permitiu: “Meu caro Duda, nunca se explique: para os amigos não precisa e para os inimigos não adianta!”.
Com André Brito e Tiago Vasconcelos
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MB Comodoro isso ai bolsotralha….kkkkk
Nunca li tanta bobagem. Vai te tratar PTralha! Aproveita, e olha as notícias dos países europeus, americanos, etc… pelo que estão passando. Ignorante!
Gasolina a 7 real. Inflação em 10%. 20 milhões de famintos. Agro subsidiado com dinheiro público. Mais de 600 mil mortos por causa da cloroquina do dr. jair, Economia parada . Dóçar nas alturas. Tudo certo para o cabo eleitoral do jair…….bah.
O fatiamento da Petrobras, seria uma das boas alternativas para este imbróglio de monopólio sobre os derivados de petróleo. Certamente teríamos a saudável concorrência que hoje não atende aos consumidores e sim aos seus detentores de dividendos. Mente que afirma que a PETROBRAS é nossa, não é… ela é de acionistas na maioria do exterior. Mesmo o governo tendo percentual maior de ações, o comando é o mercado internacional. Local de altíssimos salários e privilégios que ao privatizar, resolve-se.
Diziam o mesmo da telefonia.
Não entendo, se os preços dos combustíveis sobem escandalescandlosamente, porque o Governo perdeu o controle da Petrobras, imaginem o que acontecerá se ela for privatizada. E não venham com a conversa de que a concorrência regulará os preços. Isto só funciona em paises onde a formação de cartéis, é severamente punida. No Brasil, país da impunidade, jamais isto acontecerá.
O congresso Nacional, STF e Petistas é igual a enxame de gafanhotos, por onde passam destrói, o remédio é um veneno muito forte para combater estas pragas
Urge a implementação dos carros elétricos e a diminuição dos preços dos mesmos. A redução dos preços dos combustíveis depende de vários fatores: privatização da Petrobrás e fim do monopólio da mesma, implementação de formas alternativas de meio de transporte, como carros elétricos, transporte coletivo de qualidade.
Privatizar sim ,mas nao para os chineses ja temos comunistas demais aqui.
Gasolina sai da Petrobrás a R$ 2,00 (dois reais), ou seja, será ela a culpada pelos sete reais? Ou será os bandidos tentando desgastar o governo atual? Distribuidores, governadores que cobram 30% de ICMS sobre o valor bruto, em fim, toda uma máfia criada no governo ptralha.